Tuesday, September 20, 2016

Quanto custa estudar nas melhores universidades do mundo


Quanto custa estudar nas melhores universidades do mundo


Hoje, a FREEDOM traz uma lista com algumas universidades que são referência mundial e quando custa estudar nelas. O valor é uma média anual. E, claro, varia de acordo com o tipo de curso, a carga horária e, mesmo, da política de concessão de bolsas de estudos. Essas universidades costumam entrar na lista de melhores do mundo. Então por que não tentar? Lembre-se que a FREEDOM oferece o exclusivo sistema de “Assessoria Educacional” na qual auxiliamos estudantes a fazerem o ensino superior no Japão ou em qualquer país do mundo.  


Estados Unidos




Inglaterra





Suiça





Canadá





Suécia




Rússia





França



* A educação é gratuita, mas uma vez ao ano os alunos devem pagar uma taxa de inscrição. 

Austrália




Alemanha




* O estudo nas universidades estatais na Alemanha para estudantes estrangeitos é gratuito. Maiores informações sobre estudo na Alemanha confira a matéria que fizemos sobre estudar de graça na Alemanha.


República Checa




Itália





Espanha




Dinamarca




China





Os candidatos que tiverem alguma dúvida sobre oportunidades para estudar no Japão ou outro país podem entrar em contato com a FREEDOM e contratar nosso serviço de “ASSESSORIA EDUCACIONAL” que iremos explicar todos os detalhes para entrar em faculdades e conseguir além disso bolsas de estudo em todo o mundo.


FREEDOM a escolha certa das pessoas mais inteligentes.

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Sunday, September 18, 2016

Sucesso não vem para quem é inteligente, mas sim para quem se esforça



Sucesso não vem para quem é inteligente, mas sim para quem se esforça




Nós temos uma tendência a acreditar que ter sucesso na vida é coisa para gente muito inteligente. Pessoas que possuem algum dom ou talento especial e que por serem “melhores” que os outros de destacam tanto na vida acadêmica como profissional. Certo? Errado! A psicóloga e pesquisadora da Universidade de Stanford, Carol Dweck, que estuda motivação e perseverança desde os anos 60 garante: focar apenas na inteligência e no talento pode deixar as crianças desmotivadas e como medo de aprender, enquanto ressaltar avanços e persistência irá produzir grandes empreendedores.

A pesquisadora reuniu alunos do quinto ano, os dividiu aleatoriamente em dois grupos, e os fez trabalhar em problemas de um teste de QI. Ao final do teste, ela elogiou o resultado das crianças de maneira diferente. O primeiro grupo foi elogiado por sua inteligência: “Uau, isso é realmente uma boa pontuação. Você deve ser muito inteligente para conseguir isso. ” O segundo grupo foi elogiado por seu esforço: “Uau, isso é realmente uma boa pontuação. Você deve ter se esforçado muito para conseguir isso.”

Resultado: à medida que os exercícios propostos foram ficando mais difíceis, as crianças elogiadas pelo seu empenho continuaram confiantes e motivadas para aprender. Já as crianças elogiadas pela inteligência queriam continuar com as tarefas mais fáceis, já que com dificuldade de encontrar soluções para os problemas mais complexos, se sentiam totalmente fora da sua zona de conforto. (Afinal de contas, elas não SÃO inteligentes?)

Em outro estudo, durante dois anos, os pesquisadores visitaram cinquenta e três famílias para registrar suas rotinas. As crianças tinham 14 meses de idade no início do estudo. Os pesquisadores, então, observaram como eram os elogios dos pais: uns enalteciam o esforço, outros os traços de caráter e ainda haviam outros que elogiavam de forma neutra como palavras como “Que bom!”, “Uau!”, “Legal”.

Depois de cinco anos estas mesmas crianças foram entrevistadas, agora com 7-8 anos de idade. A conclusão? Crianças que tinham ouvido mais elogios pela sua persistência eram as mais interessadas em desafios. Para os perserverantes o foco do trabalho deve ser em encontrar os erros cometidos ao longo do processo e em tentar corrigi-los para avançar.

Mas agora vamos ao que interessa, como podemos ajudar nossos filhos a desenvolver a capacidade e o desejo de se esforçarem?

Aqui algumas dicas práticas:

– Fique de olho no tipo de elogio que você está fazendo. Lembre-se dos estudos citado acima. Em vez de enaltecer apenas os resultado, elogie o processo para chegar no resultado. “Que bom que você tentou diferentes estratégias para conseguir resolver isso”, ” Eu vi que você não desistiu mesmo sendo tão difícil .” “Nossa, que boa nota, seus esforços fizeram efeito!”

– Tente estimular nos seus filhos uma mentalidade de desenvolvimento e desejo de aprender – o termo em inglês usado por Dweck é “growth mindset”. Se as crianças acreditarem que o sucesso é resultado direto do quanto são (ou não) inteligentes, a motivação para tentar se esforçar acaba, já que o sucesso está “pre-destinado” para que tentar, então?

– Poder errar é uma benção! Não deixe que eles acreditem que fracassar é algo horrível. Pelo contrário, mostre que o erro nada mais é do que um desafio que deve ser superado. Não há razão para ter vergonha de errar, se o erro nos fará progredir. Além disso, todo mundo falha, fica confuso e se sente frágil em determinados momentos da vida – temos que ensinar nossos filhos a ficarem “numa boa” quando esses sentimentos aparecerem. Eles se tornarão pessoas muito vulneráveis se acreditarem que não podem falhar nunca!

– Conte histórias de sucesso que enfatizem trabalho duro e o desejo de aprender. Ensine ao seus filhos que o cérebro é uma “máquina de aprendizado” -quanto mais você usá-lo, mais forte ele fica.

Ensine aos seus filhos que eles podem ser tão inteligentes quanto eles quiserem.





E para que seu maior tesouro, seu próprio filho(a) possa ter uma boa educação e seja motivado a sempre melhorar, matricule-o na FREEDOM.
Aqui nós levamos a educação das crianças a sério e temos todo um programa educacional e pedagógico desenvolvido especialmente para extrair o máximo de cada criança. Muitos de nossos alunos que estudaram Inglês, Português ou Japonês hoje se encontram em excelentes faculdades ao redor do mundo ou são profissionais respeitados em suas áreas.

Não perca seu tempo e saiba porque a FREEDOM é a escolha certa das pessoas mais inteligentes.


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Sunday, July 24, 2016



Austrália tem oportunidades para brasileiros sem diploma


Dados do departamento de imigração na Austrália indicam que somente no último ano fiscal australiano (de 1 julho de 2014 a 30 de junho de 2015) entraram legalmente mais de 13,5 mil brasileiros no país.


“Muitos destes brasileiros trouxeram as suas respectivas famílias e vieram para trabalhar, estudar e viver na Austrália”, diz o consultor imigratório MaCson Queiroz, diretor de uma, empresa de assessoria em imigração e negócios para a Austrália.
O país, diz Queiroz, é receptivo com os estrangeiros e aproximadamente 40% da sua população nasceu fora da Austrália. Além disso, o governo estimula a imigração de profissionais e todo ano divulga uma lista com as profissões mais requisitadas com o objetivo de atrair estrangeiros interessados em viver e trabalhar no país. A última lista foi publicada em julho do ano passado e está valendo até junho deste ano.
Embora, na lista haja majoritariamente ocupações que exigem diploma superior, Queiroz afirma que a falta de formação acadêmica não é impedimento nem para imigrar e muito menos para encontrar oportunidades profissionais.
“As profissões com demanda e que não exigem diploma abrangem os setores financeiro, de tecnologia, agricultura, mineração, comércio, e também há vagas no setor de saúde. Muitos pensam que para trabalhar nesta área é preciso ter diploma. Claro que um médico, sim. Mas há posições em clínica hospitalar, por exemplo, em que não é necessário diploma superior”, diz Queiroz.
Agricultores, recrutadores de recursos humanos, gerentes de produção, fazendeiros, gerentes de restaurantes ou de cafeterias e outros profissionais do setor de alimentação também conseguem encontrar boas oportunidades, segundo ele. “Os perfis requisitados para estas vagas são de pessoas que falem inglês e que já têm experiência prévia na área”, diz.
Algumas destas ocupações, de acordo com Queiroz, pagam tão bem quanto aqueles que exigem diploma. “Exemplos são os recrutadores de RH e operadores de máquinas na área de tecnologia e mineração que têm salário anual a partir de 90 mil dólares australianos”, diz.
Salários mais baixos são oferecidos para as funções que não têm experiência como requisito. Em geral, diz o diretor, a remuneração anual dos profissionais que não têm formação superior varia de 45 mil até 150 mil dólares anuais.


Processo de imigração é cheio de detalhes e pode demorar

Apesar de ter bons índices de aprovação, o processo imigratório é complexo. “As leis australianas diferem muito das do Brasil e possuem diversos pormenores”.
Tentar disputar vagas sem ter o visto de trabalho é perda de tempo. O caminho deve ser o inverso. “Este é um erro enorme que muitos inadvertidamente praticam, pois a maioria absoluta dos empregadores australianos somente oferecerão um emprego para aqueles que já tenham adquirido os direitos trabalhistas (visto) na Austrália”, diz Queiroz.
O processo de imigração tem tempo variável, dependendo do tipo de visto solicitado, a qualidade da documentação e do número de vagas ofertadas pelo departamento australiano na época da requisição.
“Geralmente, varia de 4 semanas a 18 meses. Para uma pessoa solteira, sem dependentes, em uma categoria de visto temporário, o valor do processo em termos de taxas governamentais será a partir de 1,4 mil dólares australianos”, diz o diretor.
Já as solicitações de visto permanente custam a partir de 6 mil dólares.


Quer se candidatar a uma das 191 profissões em demanda na Austrália? Confira 7 dúvidas frequentes de profissionais


Oportunidade internacional

Em 1º de julho, o Departamento de Imigração australiano divulgou sua lista com as 191 profissões em demanda no país. Dessa forma, profissionais estrangeiros têm a oportunidade de adquirir experiência internacional em suas áreas de formação e de viver no país com o segundo melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do mundo.
E para esclarecer algumas dúvidas referentes ao processo para vistos, mudança e seleção de profissionais, nós conversamos com o agente registrado de imigração australiana Marcelo Mota. Veja a seguir as principais perguntas: 


Quais as vantagens em me candidatar para um emprego na Austrália?

Para Mota, há uma série de vantagens em investir na experiência internacional de trabalho, entre elas os salários atrativos, já que os setores com alta demanda por mão de obra pagam remunerações competitivas e oferecem os mesmos benefícios e incentivos de um trabalhador comum no país.
Para ter uma ideia, a Austrália ocupa o 1º lugar no ranking de maiores salários mínimos segundo a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), com remunerações a partir de AU$ 17,29 por hora trabalhada.


Quanto tempo dura o processo para retirar o visto australiano?

Quem pretende fazer planos de mudança para o próximo ano já deve começar a encaminhar a documentação a uma agência ou entrar em contato com o departamento. "Para um visto permanente do programa Skilled Migration, todo o processo leva em média de seis a 14 meses", diz Mota. 


Quais os primeiros passos a serem tomados?

Segundo o agente de imigração, além de um bom nível de inglês, o primeiro passo que um profissional deve tomar para trabalhar no país é verificar se sua profissão está na lista do Departamento de Imigração e contatar o órgão que rege seu setor.  Depois, é preciso verificar com sua instituição de ensino e o departamento todos os documentos necessários para legalização e tradução.


Minha família pode se mudar comigo para Austrália?

A família do candidato também pode ser inclusa neste processo. Apesar de não haver subsídio para quem leva mais pessoas ao país, quem tem visto permanente na Austrália tem direito a saúde pública e seus filhos podem frequentar as escolas públicas. 

Qual o custo total para tirar o visto australiano?

Segundo Mota, o custo de todo o processo dependerá da profissão e se o candidato migrará ou não com sua família. "Haverá taxas com o Departamento de Imigração australiano, com o órgão que irá fazer a validação da qualificação, traduções juramentadas, exames médicos e os honorários de uma agente registrado de imigração australiana, caso o candidato contrate a assessoria imigratória de um agente", diz Mota

Preciso contratar uma agência para realizar todo o processo?

De acordo com Marcelo Mota, a aplicação para o visto australiano pode ser feita pelo próprio candidato. Entretanto, quem opta por contratar os serviços de um agende de imigração deve procurar por um profissional registrado no MARA [Office of the Migration Agents Registration Authority - órgão responsável por regulamentar a profissão desses agentes]. "O agente de imigração pode representar você e membros de sua família no processo de aplicação de seu visto juntamente ao Departamento de Imigração e Proteção de Fronteiras (DIBP) australiano e outras organizações australianas relevantes no processo", afirma Mota.

O que posso fazer depois do período de contratação?

O profissional que trabalhou por determinado tempo por meio do Skilled Migration com visto australiano pode optar por ficar no país após o término de seu contrato. Além disso, depois de 4 anos com visto válido e de pelo menos 12 meses com residência fixa (sem saída do país por mais de 90 dias), ele também pode obter a cidadania australiana.

Assistência total da FREEDOM para estudar e morar na Austrália

A FREEDOM Language School está preparada a encaminhar os estudantes brasileiros para estudarem inglês ou fazerem a tão sonhada faculdade em qualquer lugar do mundo, assim como a fazer o voluntariado. A FREEDOM com quase 15 anos de experiência enviando alunos brasileiros para estudarem no mundo todo com toda a segurança e assistência. Se pensar em intercâmbio, faculdade ou voluntariado pense FREEDOM.
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Tuesday, July 19, 2016

Conheça as vantagens em ter filhos multilíngues




As vantagens de crescer falando várias línguas



Crianças criadas num ambiente multilíngue desenvolvem mais empatia, se concentram rapidamente em novas tarefas e são abertas a outras culturas. Aprender idiomas em qualquer idade também é benéfico para o cérebro.


Conhecer alguém como Katharina é de dar inveja. Ela tem 11 anos e fala três idiomas fluentemente: espanhol, alemão e inglês. E nunca precisou decorar vocabulário ou regras gramaticais, pois aprendeu os idiomas desde pequena.
Para Katharina, que vive em Colônia, na Alemanha, ter três línguas maternas não é nada de mais. "É a coisa mais normal do mundo", diz encabulada. Ela acha até estranho que outras crianças conversem apenas em alemão com os pais. "Eu sempre penso que falta alguma coisa."
O pai de Katharina, Wolfgang, é alemão, e a mãe, Marisa, nasceu na Colômbia e também cresceu num ambiente bilíngue, falando espanhol e inglês. Quando a filha nasceu, para Marisa, que estudou linguística, estava bem claro que a menina também deveria crescer com dois idiomas. "Pensei que isso seria como um presente para ela", conta.
Marisa falava espanhol com Katharina; Wolfgang, alemão - ou seja, a típica abordagem "um idioma para cada pai". Acontece que, naquela época, o alemão de Marisa não era tão bom quanto hoje, e ela conversava em inglês com o marido. Nas refeições em família, por exemplo, o casal traduzia tudo o que considerava importante para o alemão ou o espanhol.
Marisa conta que certo dia, quando Katharina tinha 3 anos, a família estava no supermercado e, de repente, a menina começou a falar inglês. "Ela apontou para as coisas e disse: banana, apple, pear", conta Marisa. Ela e o marido ficaram perplexos. Desde então, a língua da família é o inglês.

Cérebro flexível



Crianças que crescem num ambiente multilíngue não têm apenas a vantagem de poder se comunicar com mais pessoas. Segundo pesquisadores, elas têm cérebros mais flexíveis que os de crianças da mesma idade que só falam um idioma.
Crianças multilíngues desenvolvem empatia e conseguem compreender mais cedo que as outras pessoas têm vontades, opiniões e pontos de vista diferentes dos próprios. É o que cientistas chamam de teoria da mente.
Num estudo da Universidade de Chicago, por exemplo, um adulto pediu a crianças que lhe alcançassem o "carro pequeno". As crianças viam três carros - um pequeno, um médio e um grande -, mas percebiam que, de onde estava, o adulto não conseguia ver o menor deles. Crianças bilíngues compreenderam com muito mais frequência que as crianças monolíngues que o adulto estava se referindo ao carro médio, o qual lhe entregaram.

Multitask


Além disso, crianças que falam mais de um idioma conseguem alternar entre diferentes atividades com mais facilidade, afirma a linguista Claudia Maria Riehl, da Universidade Ludwig Maximilian, de Munique.
Num estudo realizado em Toronto, crianças deveriam classificar quadrados azuis e círculos vermelhos, primeiro quanto à cor, e depois quanto à forma. "As crianças multilíngues conseguiam se desligar da primeira atividade e se concentrar completamente na próxima com muito mais facilidade", afirma Riehl. "A explicação é que, sempre que falam uma língua, elas precisam oprimir os demais idiomas.”
Crianças multilíngues também adquirem competências multiculturais. Katharina, por exemplo, tem habilidade para solucionar conflitos entre os amigos, conta a mãe. "Ela também é muito aberta a pessoas de outras culturas. Quando não entende um idioma, ela não vê isso como obstáculo para se comunicar com os outros", diz.
Aprender várias línguas altera, portanto, o cérebro de maneira positiva. As crianças desenvolvem mais substância cinzenta nas regiões do cérebro que controlam a atenção - o núcleo caudado e o giro do cíngulo.
E isso não vale apenas para crianças que crescem com mais de uma língua materna. "Bilinguismo compreende todos os tipos de pessoas que falam dois idiomas - não importa em que nível e em que situações eles falem esses idiomas", afirma Krista Byers-Heinlein, psicóloga da Universidade Concordia, em Montreal.
Qualquer pessoa que fale várias línguas tem uma vantagem cognitiva, afirma Riehl. "O cérebro precisa decidir constantemente com que pessoa vai falar qual língua, precisa alternar entre os idiomas e oprimir os demais. Isso estimula o cérebro constantemente."

Mistura de idiomas

Ao falar inglês, às vezes falta uma palavra para Katharina. Ela só consegue pensar no termo em espanhol ou em alemão, o qual acaba inserindo no meio da frase em inglês. Misturar idiomas é algo normal para quem cresce num ambiente multilíngue, diz Byers-Hinlein. "É uma estratégia muito inteligente para se comunicar, e de maneira alguma um sinal de confusão."
No entanto, os pais devem saber que o multilinguismo não funciona para todas as crianças. Um estudo realizado na Bélgica aponta que um quarto de todas as crianças que cresce com duas ou mais línguas acaba falando somente uma delas - a que usa na escola para se comunicar com os amigos. A abordagem "um idioma para cada pai" nem sempre é tão bem-sucedida, segundo o estudo. O melhor é quando os dois pais falam o mesmo idioma e um deles fala também a língua utilizada pelo filho na escola.
Para Katharina, aprender idiomas é algo fácil. Além dos três que já domina, logo ela começará a aprender francês na escola - sua primeira língua realmente estrangeira. Pela primeira vez, ela saberá como é ter que decorar vocabulário e regras gramaticais.



A FREEDOM oferece o Curso de Alfabetização e o Curso de Inglês para crianças brasileiras no Japão colaborando com a educação de jovens e um futuro melhor.
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Monday, July 4, 2016



Pesquisa aponta que aula particular de inglês é a melhor forma de estudo do idioma




Pesquisa realizada pela consultoria QuestManager apontou que metade das pessoas que voltariam a estudar inglês optaria por professores particulares, sendo que 25% delas ainda preferem que os profissionais estejam vinculados a alguma instituição de ensino.


O estudo, cujos 47% dos entrevistados têm entre 30 e 50 anos e 38% entre 18 e 29 anos, revela também que entre os que estudam inglês atualmente, 35% trocariam o método escolhido pelos professores particulares.

A maioria (29%) cursa o idioma de forma convencional; ou seja, nas salas de aula. Logo em seguida vêm as escolas de ensino fundamental e médio (18%), que oferecem o inglês como disciplina; os cursos on-line (15%); os professores particulares (9%); ensino a distância por meio da aquisição de material de estudo (8%), entre outros métodos, que somam 21%.

Mas a aula particular é a forma de ensino em que os alunos ficam mais satisfeitos, segundo a pesquisa. Um total de 80% considera a modalidade eficiente para o aprendizado. "A maior parte de nossos alunos são adultos que já tentaram diversas formas de aprender inglês e não estão mais dispostos a dividir uma sala de aula e a atenção do professor com outros alunos", comentou o Diretor de Operações de uma instituição de ensino no Brasil.

Para ele, é inegável que os resultados, com o tratamento individualizado, são mais rápidos e eficazes. "Naturalmente, quando falamos de estudar com um professor particular de inglês, o maior interesse dos alunos vai ao encontro do principal benefício desta forma de estudar idiomas, que é a conversação. É o formato onde a fala e a compreensão oral são muito desenvolvidas", explicou.




Ciente disso a FREEDOM Langauge School oferece o Curso de Inglês VIP tanto em nossas unidades em Aichi-ken como em domícilio. Também oferecemos o Curso de Inglês Online além dos cursos regulares e para crianças e adolescentes também. Ao escolher o curso VIP o aluno poderá escolher o dia e horário das aulas e terá um aprendizado muito mais rápido e eficiente do que nos cursos tradicionais. Para maiores informações não hesite em nos contactar.


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www.freedomls.com
https://www.facebook.com/freedomlanguageschool/
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Thursday, June 23, 2016

Veja onde fazer seu intercâmbio



Quais são os melhores países para fazer intercâmbio?




Fazer um intercâmbio para aprender ou melhorar o segundo idioma é uma oportunidade única para enriquecer o currículo, além é claro, da experiência de imersão em outra cultura e a possibilidade de conhecer pessoas do mundo todo.Um intercâmbio não enriquece apenas o vocabulário como também a bagagem cultural do viajante. Geralmente quem planeja fazer um intercâmbio para aprender inglês pensa logo em Estados Unidos, afinal, o país tem uma cultura que é muito exportada para nós através de filmes, séries de TV e músicas, mas existem muitos países com culturas diferentes e igualmente atrativos. O Canadá é o país favorito dos brasileiros para estudar no exterior, por conta da facilidade para obtenção do visto, a qualidade do ensino e principalmente os custos menores se comparado com outros países.



Diversas empresas realizam o sonho de intercâmbio, seja para países mais badalados e mais conhecidos, como para os destinos mais diferenciados. Nós na FREEDOM temos a tradição e o conhecimento de 15 anos enviando estudantes brasileiros para estudarem em vários países ao redor do mundo. Além de possuir o conhecimento necessário para a realização do seu intercâmbio, a assistência anterior, durante e depois de um intercâmbio garante aos intercambistas da FREEDOM sempre as melhores opções. Conheça um pouco mais sobre alguns dos destinos que anualmente enviamos nossos alunos e seja você o próximo. 


A Irlanda e a Inglaterra têm uma rica história, lugares turísticos impressionantes e a vantagem de estar na Europa, o que proporciona ainda conhecer muitos países. Barcelona é a cidade espanhola que mais recebe estudantes brasileiros que desejam estudar espanhol, seguida por Madri. Países como França e Itália estão na lista dos mais procurados para quem busca aprender um idioma além do inglês ou estudar em escolas de culinária e artes, por exemplo.
A escolha mais difícil mesmo será o destino, afinal, são tantas as opções ao redor do mundo. Por isso, a FREEDOM separou uma lista com os melhores destinos para intercambistas brasileiros.


África do Sul
A África do Sul não costuma ser a primeira opção de destino de estudantes brasileiros, mas o país abriga cidades atrativas para quem quer aprender um novo idioma.
O valor de um intercâmbio na África do Sul pode ficar cinco vezes mais barato que um intercâmbio nos Estados Unidos. Fazer um curso de inglês na Cidade do Cabo, por exemplo, custa bem menos do que em destinos mais populares como Nova York ou Londres, isso graças à valorização do yen em comparação com a moeda local.
Parques de preservação da vida selvagem, as mais belas trilhas do mundo, diversos lugares para a prática de esportes radicais, preços baixos, clima tropical e ainda a possibilidade de trabalhar durante o intercâmbio, tudo isso faz com que a África do Sul seja uma ótima opção.

Alemanha


Quem escolhe fazer um intercâmbio na Alemanha terá como vizinhos a Dinamarca, Polônia, República Tcheca, Áustria, Suíça, França, Luxemburgo, Bélgica e Holanda.
Estudar na Alemanha irá proporcionar um aprendizado de qualidade e a oportunidade de enriquecer o currículo. Além disso, é uma ótima opção para quer aprender duas línguas ao mesmo tempo. O inglês é tido como segundo idioma e o país oferece diversos cursos da língua inglesa.
Estando na Alemanha é possível desfrutar da excelente rede ferroviária e viajar para diversas cidades. Seja para aproveitar a Oktoberfest de Munique, se encantar com o Castelo de Neuschwanstein, perto de Füssen, visitar a Catedral de Colônia ou aproveitar a cosmopolita Berlim.

Argentina
Para quem busca aprender ou aperfeiçoar o espanhol, a Argentina é uma ótima opção. Entre as vantagens de fazer intercâmbio no país, o baixo custo sem dúvida é um dos principais motivos. Mas há várias razões, como a valorização da moeda japonesa, em relação ao peso argentino; a proximidade com o Brasil; a dispensa da necessidade de passaporte e a facilidade de se adaptar ao clima e a cultura. Buenos Aires é uma ótima opção para aprender e aprimorar o espanhol. Mas não é só apenas em Buenos Aires que é possível estudar com qualidade, Bariloche e Córdoba são algumas das cidades argentinas procuradas por intercambistas.

Austrália


Para quem busca estudar e trabalhar ao mesmo tempo, a Austrália é uma ótima opção, pois o país permite que os intercambistas trabalhem de forma legal. Outra vantagem de escolher a Austrália é que o país possui incríveis paisagens, como a Grande Barreira de Corais, cidades modernas como Sydney, além de experiências inesquecíveis como a Whale Watching que permite observar baleias e a Penguin Parade, um fenômeno natural surpreendente que ocorre todas as noites, no pôr-do-sol em Philip Island. Outro fator interessante é a semelhança entre o clima australiano e o do Brasil, ideal para quem não quer sofrer com mudanças climáticas drásticas. A Austrália também é muito próximo do Japão facilitando em muito para quem se interessar em estudar na terra dos coalas e dos canguros. 


Canadá



O Canadá é um dos destinos de intercâmbio mais procurados pelos brasileiros, a facilidade para obter o visto, aliada aos preços mais baixo fazem do Canadá uma ótima alternativa para quem quer estudar no exterior. Como herança da colonização inglesa e francesa, o país proporciona uma variação cultural e linguística para estudantes dos dois idiomas. Entre as cidades mais procuradas, estão Toronto e Montreal, que tem como primeira língua o francês. Em Quebec, cidade ao sul do país, fala-se os dois idiomas fluentemente. A cidade de Vancouver, na costa oeste do país, também está entre as cidades mais escolhidas.
O Canadá abriga diferentes paisagens, o que torna o país bastante atraente para turistas, pois abriga belíssimas paisagens como em Victoria, conhecida como “a Cidade dos Jardins” e o incrível Parque Nacional de Banff.
Além disso, o Canadá é uma ótima opção quem deseja realizar cursos de áreas específicas em universidades conceituadas.


Escócia
A Escócia ocupa parte da ilha da Grã-Bretanha e integra o Reino Unido, junto com a Irlanda do Norte, a Inglaterra e o País de Gales.
Os estudantes de intercâmbios são atraídos ao país pela qualidade dos cursos e por ser um lugar tranquilo para viver. A charmosa capital escocesa, Edimburgo, bem como Glasgow estão entre as cidades preferidas para estudar inglês.
Com lugares impressionantes, inúmeros castelos ricos em história e tradição, a Escócia é marcada pelas crenças e lendas celtas. Suas paisagens estão entre as mais belas da Europa. Mesmo com grande influência da Inglaterra, a Escócia é muito diferente, o país preserva a tradição medieval e uma cultura própria.


Espanha
Dentre os destinos mais procurados por brasileiros para fazer intercâmbio, a Espanha têm se mostrado como a preferida para quem quer aprender o espanhol, que é um dos cinco idiomas mais falados no mundo. Em cidades como Barcelona, Madri, Navarra, Salamanca e Valência, há muitos alunos que procuram cursos universitários e especialização. Madri é a cidade mais escolhida e, apesar do custo de vida elevado, oferece uma experiência de vida incrível. Um intercâmbio na Espanha tem um custo mais alto que em um intercâmbio em Buenos Aires (saindo do Brasil), por exemplo, mas o país é rico em historia, possui uma cultura europeia fascinante, reúne paisagens belíssimas, muita cultura, museus e monumentos impressionantes.


Estados Unidos


Na lista dos destinos mais procurados, os Estados Unidos aparecem na segunda posição, perdendo apenas para o Canadá.
Com uma infinidade de opções de intercâmbio, tanto para quem vai fazer o segundo grau no programa High School, quanto para aqueles que pretendem estudar e trabalhar durante as férias no programa Work Experience nos EUA.
Cidades turísticas geralmente são muito caras, mas ainda sim bastante procuradas. Entre os destinos preferidos estão Nova York, Los Angeles, San Diego, Miami, San Francisco e Boston. Para quem tem o orçamento apertado, a dica é procurar destinos menos custos com hospedagem e curso em cidades como Michegam, Mineápolis e Seatle pode ser bem menores que em locais menos conhecidos como Miami e Nova York.
Uma vantagem para quem escolhe os Estados Unidos para um intercâmbio é que a cultura americana está fortemente presente no Brasil. Além disso, os custos de vida e dos cursos de idiomas no país costumam ser mais baixos do que na Europa e na Austrália.


Inglaterra


Um dos destinos favoritos de quem quer aprender inglês, a Inglaterra proporciona a oportunidade de explorar a história vibrante da cultura do Reino Unido, apreciar os hábitos e costumes dos britânicos e conhecer mais sobre a história do velho continente. A maioria dos intercambistas viaja em busca de cursos de inglês, mas é possível fazer faculdade ou pós-graduação em algumas das universidades mais conceituadas do mundo.
Mesmo sendo mais caro que a maioria dos destinos, a Inglaterra é um ótimo lugar para estudar. Sua capital, Londres, é a cidade mais procurada pelos brasileiros, mas cidades como Liverpool, Brighton, Cambridge e Manchester também estão entre as preferidas pelos estudantes. No interior do país, o custo de um intercâmbio é mais baixo, o que facilita a viagem, já que a moeda do Reino Unido (a libra esterlina) é uma das mais caras do mundo.


Irlanda
A Irlanda tornou-se um dos destinos preferidos dos brasileiros, isso devido à facilidade na obtenção do visto e pelos pacotes mais baratos do que a maioria dos outros países que falam inglês. Outra vantagem é a excelente localização geográfica da Irlanda que permite fácil acesso a diversos países da Europa, tornando mais fácil fazer viagens de finais de semana para conhecer novas culturas. E o que é melhor, gastando €15 por passagem em voos promocionais das cias de baixo custo. O destino mais popular entre os brasileiros que escolhem a Irlanda é a sua capital, Dublin, uma ótima opção para quem quer se aprofundar nos estudos e se divertir ao mesmo tempo. Considerada um dos melhores lugares para ser viver, a cidade é vibrante, repleta de história, cultura e vida noturna badalada.


Itália
A Itália é um dos principais destinos turísticos e culturais do mundo, seu território abriga regiões alpinas, praias mediterrâneas, belas paisagens e muita história. A capital Roma é um museu a céu aberto, sem contar que estando na cidade dá para conhecer o Vaticano, considerado o menor país do mundo. Já Milão é o núcleo da moda e centro econômico do país. Veneza encanta pela beleza de seus canais e monumentos históricos.   Mais ao sul dá para visitar a cidade de Nápoles e a belíssima Costa Amalfitana.
O país tem tradição em cursos das áreas de moda, arquitetura e artes, por isso, é objeto de desejo dos brasileiros que atuam ou desejam trabalhar nestas áreas. Muitos estudantes combinam aulas de italiano com cursos de culinária ou degustações. Fazer pequenas viagens dentro do país também é uma vantagem, nos finais de semana é possível conhecer Florença, Pisa, Turim e Verona, por exemplo.


Malta
Malta é um arquipélago paradisíaco no meio do mar Mediterrâneo, perto da Sicília, ao sul da Itália. Formado por cinco ilhas: Malta, Gozo, Comino, Cominetto e Filfla, o pequeno país é um dos menores da Europa, mas possui um dos melhores climas do mundo, além de ser um excelente destino para estudar inglês. Malta cresce cada vez mais entre os destinos de intercâmbio por aliar belezas naturais, belas praias, custo de vida baixo e a não necessidade de visto – o país faz parte da União Europeia, o que permite brasileiros passar até três meses na ilha sem precisar de visto. O intercâmbio em Malta é a opção ideal para quem deseja conciliar estudo e diversão em um cenário de ilhas paradisíacas e belas praias.


México 
O México é um dos países mais populosos do mundo, rico em belezas naturais, culturas e tradições. A terra da lendária cultura asteca, e de outras civilizações como a maia, abriga 26 Patrimônios Mundiais da UNESCO, cidades coloniais, ruínas das antigas civilizações, desertos e lindas praias.
A Cidade do México está entre as maiores do mundo, Puerto Vallarta é um dos lugares mais visitados do país. Já Playa Del Carmen possui encantadoras praias e a cultura maia. O México conserva pirâmides como a de Chichen Itzá, considerada uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo, paraísos tropicais, dentre eles Cancún, Acapulco e Los Cabos. Estudar espanhol no México tem a vantagem de ser mais barato que na Espanha e ainda proporciona a oportunidade de conhecer diferentes culturas.


Nova Zelândia


Poucos países no mundo possuem a diversidade geográfica da Nova Zelândia, o país abriga montanhas glaciais, grandes rios, lagos cristalino, vulcões e gêiseres. Além de florestas, praias e natureza exuberante. Dividida em duas grandes ilhas (Norte e Sul), com tamanho total equivalente ao estado do Rio Grande do Sul no Brasil. As cidades mais populosas estão localizadas na Ilha Norte: Wellington (a capital) e Auckland, a preferida dos estudantes estrangeiros. E na Ilha Sul a preferência fica por conta de Queenstown e Christchurch. As belezas naturais da Nova Zelândia combinadas com um estilo de vida e clima agradável, já são razões suficientes para um intercâmbio. Além disso, o país tem uma moeda com valor de câmbio mais barato do que outros lugares e a facilidade para obter um visto de entrada.
Para quem opta em estudar em Auckland, pode aproveitar para visitar as paisagens calcárias de Waitomo; assim como Waiotapu, a área geotermal mais diversificada e colorida do país, com paisagens únicas e ativas. Além da imperdível Waitomo Glowworm, um lugar onde milhões de vermes que brilham vivem em suas galerias.  Outro localimperdível é White Island para ter a incrível experiência de explorar a cratera interior do único vulcão marinho ativo do país.


Reino Unido 


O Reino Unido é constituído pela Inglaterra, País de Gales, Escócia (os três juntos formam a Grã-Bretanha) e pela Irlanda do Norte. Mas cada um dos países tem suas particularidades, diferenças e principalmente atrativos.
Mesmo sendo mais caro que a maioria dos destinos, o Reino Unido é um dos países preferidos dos brasileiros que decidem fazer intercâmbio. A capital, Londres, é o destino mais procurado entre os brasileiros, mas cidades como Brighton e Cambrigde também estão entre as preferidas.


Suíça
A Suíça está no coração da Europa, rodeada pela França, Alemanha, Áustria, Itália e Principado de Liechtenstein, o país tem como línguas oficiais o alemão, o francês, o italiano e o romanche – idioma em extinção derivado do latim, mas boa parte da população também fala o inglês. O alemão é o idioma mais falado, 60% da população falam o idioma, 20% se comunicam em francês, 7% em italiano e uma minoria em romanche, portanto, dependendo da região escolhida o idioma falado pela maioria muda.
Um dos países mais ricos do mundo, a Suíça oferece paisagens únicas com uma natureza estonteante, cidades medievais, belíssimas paisagens naturais e a famosa região dos Alpes. Suas principais cidades são Zurique, Genebra, Lausanne e a capital, Berna. Como a Suíça possui uma excelente rede ferroviária, quem escolhe o país para fazer um intercâmbio terá fácil acesso aos países vizinhos.



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Thursday, June 9, 2016

Intercâmbio e voluntariado no exterior


Conheça dicas sobre intercâmbio e voluntariado no exterior



Quer viajar, ampliar seu conhecimento sobre uma outra cultura e fazer diferença na vida de outras pessoas? O trabalho voluntário te permite tudo isso e muito mais, em qualquer idade.



Existem várias maneiras de aprender muito durante uma experiência internacional. Para quem quer conhecer lugares fora do roteiro tradicional, é engajado, quer contribuir para o desenvolvimento de uma região e gosta de participar ativamente em questões comunitárias, o voluntariado pode ser uma vivência muito enriquecedora.
É uma oportunidade que certamente abre novas perspectivas sobre o mundo e que pode dar um novo significado às suas férias ou a um ano sabático que você está pensando em tirar. Como voluntário você compartilha suas habilidades e competências em uma comunidade que, de fato, precisa desse apoio. Aprende a fazer coisas novas, se aprimora em um outro idioma e vive o cotidiano de uma nova cultura intensamente.
Mas, para fazer essa experiência valer é preciso ter cuidado na escolha do programa ao qual quer se juntar e ter muita consciência de que o seu engajamento é pra valer. Programas sérios que tem um impacto nas comunidades onde atuam recebem pessoas que, de fato, querem participar e contribuir. 
Por isso algumas dicas importantes devem ser levadas em consideração para quem quer ser um voluntário fora do Brasil / Japão:

– Pesquise sobre a instituição onde quer ser voluntário. Saiba como a instituição lida com seus recursos e de que forma aproveita seus voluntários.
– Entenda o que você quer fazer na instituição: quais são as suas habilidades mais fortes? O que você tem a oferecer?
– Procure saber o que vai fazer lá. Que tipo de projeto você poderá desenvolver na organização de sua escolha?
– Não espere viajar de graça. Há projetos que nada cobram de seus voluntários e outros que são negociados por meio de agencias, para garantir uma seleção de qualidade, de ambas as partes. De qualquer forma, você vai no mínimo precisar cobrir os seus gastos pessoais enquanto estiver fora.
– Em seu retorno, que tipo de vínculo você vai manter com a instituição com a qual trabalhou?

Voluntariado internacional não é turismo. É um trabalho que vai exigir de você atenção, tempo e dedicação. E que certamente vai te trazer um retorno pessoal sem igual. 
Confira abaixo algumas opções de programas de voluntariado internacional:

United Nations Volunteers – Voluntariado das Nações Unidas
Criado em 1971 o UNV tem por objetivo ser uma fonte estratégica de conhecimento e assistência sobre o papel e a contribuição do voluntariado para programas de desenvolvimento. Atua em mais de 140 países e conta com mais de 7.500 voluntários com boas credenciais acadêmicas e profissionais, cujas idades variam entre 25 a 70 anos.

Aiesec – Programa Cidadão Global
Programas de voluntariado para estudantes de 18 a 30 anos com duração 06 a 12 semanas que permitem que você desenvolva autoconhecimento, use suas habilidades para melhorar as condições de vida de outras pessoas e mude sua maneira de ver e compreender o mundo.

SVI – Serviço Voluntário Internacional
Criado em 2008 desenvolve intercâmbios de voluntários em cerca de 80 países, presentes em todos os continentes. Anualmente promove a colocação de cerca de 4000 voluntários em centenas de projetos humanitários como a construção de escolas no Quênia, projetos de reintegração social de presidiárias em Barcelona, e ajuda a vítimas do Tsunami no Sri Lanka. O SCI tem relações operacionais com a UNESCO e com o Conselho da Europa.

Serviço Voluntário Europeu (SVE) 
Experiência de voluntariado no exterior de longa duração, que permite aos jovens dos 17 aos 30 anos viverem até 12 meses em outro país, oferecendo os seus serviços de voluntariado a uma organização sem fins lucrativos.
O SVE é financiado pela Comissão Europeia e tem como objetivo o desenvolvimento de novas habilidades por parte dos jovens.

World Wide Opportunities in Organic Farms (WWOOF)
As organizações WWOOF conectam pessoas que querem se voluntariar em fazendas orgânicas ou pequenas propriedades com pessoas que estão à procura de ajuda voluntária.

Projects Abroad 
Apoia uma ampla gama de programas com foco em agricultura, ensino, esportes, arqueologia etc. Os projetos são abertos a adolescentes, viajantes de ano sabático, estudantes universitários e profissionais. Projects Abroad trabalha com mais de 600 funcionários para apoiar voluntários em 27 países na África, Ásia, Europa do Leste, America Latina, Caribe e Pacífico Sul.

Naturally Africa Volunteers 
Coordena projetos centrados em suas comunidades no Quênia, África do Sul, Malawi, Tanzânia, Gana e Namíbia. Apoia programas em diversas áreas de interesse, incluindo ensino voluntário, voluntariado médico, esportes, programas de alcance comunitário e conservação ambiental.

Agape Volunteers 
Organização sem fins lucrativos sediada no Reino Unido, oferece projetos de voluntariado no Quênia, África do Sul, Gana e Tanzânia. Desenvolve programas esportivos em escolas,   trabalhos com conservação ambiental e voluntariado médico.

Love Volunteers 
Opera programas de voluntariado de baixo custo em mais de 34 países na América do Sul, Europa Central, Ásia, África e Oriente Médio. Oferece 120 programas de desenvolvimento de base comunitária em saúde, educação, esportes e coaching, lei e assistência jurídica, serviços sociais, engenharia e arquitetura, necessidades especiais, construção, proteção ambiental e várias outras áreas.

International Volunteer HQ (IVHQ) 
Oferece uma ampla variedade de programas de voluntariado acessíveis em 28 países na África, Ásia, e América Latina. A organização já levou mais de 41.000 voluntários ao exterior para trabalhar em projetos em ensino, saúde, assistência à infância e muito mais.
Para conhecer outras possibilidades de intercâmbio e programas de voluntariado internacional, visite o site da FREEDOM Language School.




A FREEDOM Language School pesquisou, conheceu, analisou, catalogou e fechou parcerias com algumas das mais relevantes ONGs do mundo para poder proporcionar a pessoas dos mais variados perfis uma experiência de curto prazo em uma organização de ajuda humanitária. Nós cuidamos de todo o planejamento e burocracia e montamos junto com você uma experiência capaz de aliar diversão e a realização pessoal de colaborar com uma causa importante para o nosso planeta.
Tenha assistência total da FREEDOM para estudar no exterior e fazer seu voluntariado pois a FREEDOM está preparada, licenciada e autorizada a encaminhar os estudantes brasileiros para estudarem inglês ou fazerem a tão sonhada faculdade em qualquer lugar do mundo, assim como a fazer o voluntariado. A FREEDOM tem quase 15 anos de experiência enviando alunos brasileiros para estudarem no mundo todo com toda a segurança e assistência. Se pensar em intercâmbio, faculdade ou voluntariado pense FREEDOM
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