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Tuesday, July 19, 2016

Conheça as vantagens em ter filhos multilíngues




As vantagens de crescer falando várias línguas



Crianças criadas num ambiente multilíngue desenvolvem mais empatia, se concentram rapidamente em novas tarefas e são abertas a outras culturas. Aprender idiomas em qualquer idade também é benéfico para o cérebro.


Conhecer alguém como Katharina é de dar inveja. Ela tem 11 anos e fala três idiomas fluentemente: espanhol, alemão e inglês. E nunca precisou decorar vocabulário ou regras gramaticais, pois aprendeu os idiomas desde pequena.
Para Katharina, que vive em Colônia, na Alemanha, ter três línguas maternas não é nada de mais. "É a coisa mais normal do mundo", diz encabulada. Ela acha até estranho que outras crianças conversem apenas em alemão com os pais. "Eu sempre penso que falta alguma coisa."
O pai de Katharina, Wolfgang, é alemão, e a mãe, Marisa, nasceu na Colômbia e também cresceu num ambiente bilíngue, falando espanhol e inglês. Quando a filha nasceu, para Marisa, que estudou linguística, estava bem claro que a menina também deveria crescer com dois idiomas. "Pensei que isso seria como um presente para ela", conta.
Marisa falava espanhol com Katharina; Wolfgang, alemão - ou seja, a típica abordagem "um idioma para cada pai". Acontece que, naquela época, o alemão de Marisa não era tão bom quanto hoje, e ela conversava em inglês com o marido. Nas refeições em família, por exemplo, o casal traduzia tudo o que considerava importante para o alemão ou o espanhol.
Marisa conta que certo dia, quando Katharina tinha 3 anos, a família estava no supermercado e, de repente, a menina começou a falar inglês. "Ela apontou para as coisas e disse: banana, apple, pear", conta Marisa. Ela e o marido ficaram perplexos. Desde então, a língua da família é o inglês.

Cérebro flexível



Crianças que crescem num ambiente multilíngue não têm apenas a vantagem de poder se comunicar com mais pessoas. Segundo pesquisadores, elas têm cérebros mais flexíveis que os de crianças da mesma idade que só falam um idioma.
Crianças multilíngues desenvolvem empatia e conseguem compreender mais cedo que as outras pessoas têm vontades, opiniões e pontos de vista diferentes dos próprios. É o que cientistas chamam de teoria da mente.
Num estudo da Universidade de Chicago, por exemplo, um adulto pediu a crianças que lhe alcançassem o "carro pequeno". As crianças viam três carros - um pequeno, um médio e um grande -, mas percebiam que, de onde estava, o adulto não conseguia ver o menor deles. Crianças bilíngues compreenderam com muito mais frequência que as crianças monolíngues que o adulto estava se referindo ao carro médio, o qual lhe entregaram.

Multitask


Além disso, crianças que falam mais de um idioma conseguem alternar entre diferentes atividades com mais facilidade, afirma a linguista Claudia Maria Riehl, da Universidade Ludwig Maximilian, de Munique.
Num estudo realizado em Toronto, crianças deveriam classificar quadrados azuis e círculos vermelhos, primeiro quanto à cor, e depois quanto à forma. "As crianças multilíngues conseguiam se desligar da primeira atividade e se concentrar completamente na próxima com muito mais facilidade", afirma Riehl. "A explicação é que, sempre que falam uma língua, elas precisam oprimir os demais idiomas.”
Crianças multilíngues também adquirem competências multiculturais. Katharina, por exemplo, tem habilidade para solucionar conflitos entre os amigos, conta a mãe. "Ela também é muito aberta a pessoas de outras culturas. Quando não entende um idioma, ela não vê isso como obstáculo para se comunicar com os outros", diz.
Aprender várias línguas altera, portanto, o cérebro de maneira positiva. As crianças desenvolvem mais substância cinzenta nas regiões do cérebro que controlam a atenção - o núcleo caudado e o giro do cíngulo.
E isso não vale apenas para crianças que crescem com mais de uma língua materna. "Bilinguismo compreende todos os tipos de pessoas que falam dois idiomas - não importa em que nível e em que situações eles falem esses idiomas", afirma Krista Byers-Heinlein, psicóloga da Universidade Concordia, em Montreal.
Qualquer pessoa que fale várias línguas tem uma vantagem cognitiva, afirma Riehl. "O cérebro precisa decidir constantemente com que pessoa vai falar qual língua, precisa alternar entre os idiomas e oprimir os demais. Isso estimula o cérebro constantemente."

Mistura de idiomas

Ao falar inglês, às vezes falta uma palavra para Katharina. Ela só consegue pensar no termo em espanhol ou em alemão, o qual acaba inserindo no meio da frase em inglês. Misturar idiomas é algo normal para quem cresce num ambiente multilíngue, diz Byers-Hinlein. "É uma estratégia muito inteligente para se comunicar, e de maneira alguma um sinal de confusão."
No entanto, os pais devem saber que o multilinguismo não funciona para todas as crianças. Um estudo realizado na Bélgica aponta que um quarto de todas as crianças que cresce com duas ou mais línguas acaba falando somente uma delas - a que usa na escola para se comunicar com os amigos. A abordagem "um idioma para cada pai" nem sempre é tão bem-sucedida, segundo o estudo. O melhor é quando os dois pais falam o mesmo idioma e um deles fala também a língua utilizada pelo filho na escola.
Para Katharina, aprender idiomas é algo fácil. Além dos três que já domina, logo ela começará a aprender francês na escola - sua primeira língua realmente estrangeira. Pela primeira vez, ela saberá como é ter que decorar vocabulário e regras gramaticais.



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Wednesday, May 25, 2016

Idade para aprender novos idiomas



Qual a idade ideal para a criança aprender novos idiomas




Estudar outras línguas deixou de ser apenas um “artigo de luxo” e passou a ser uma necessidade. O inglês, por exemplo, está presente em boa parte do nosso dia seja em rótulos de produtos e marcas que usamos, músicas que gostamos ou aplicativos que baixamos em nosso celular. Isso sem falar no mercado de trabalho que a cada dia exige mais de seus profissionais. Por isso, os pais pensam em colocar os filhos em uma escola desde cedo.


Mas aí surge a dúvida: qual é a idade certa para que se estimule os filhos a estudar um outro idioma? Para responder a esta questão, conversamos com a professora Juliana Augustin, da, que nos deu algumas dicas.
Segundo Juliana, não existe uma idade certa para iniciar o contato com outra língua. No entanto, é comprovado que, quanto antes começamos o contato, mais facilidade teremos em adotá-la de forma natural.
Logo que a criança nasce, ela é capaz de reconhecer os fonemas de qualquer língua. Alguns meses após o primeiro ano de vida, o cérebro começa a focar nos fonemas da língua materna. Porém, se ele continua sendo estimulado com a língua adicional, ele mantém essa capacidade para as duas línguas. Por isso, quanto antes a criança for exposta a uma língua adicional, maior será a sua capacidade de reconhecimento e produção dos fonemas.
O que muda é a metodologia de ensino, que é adaptada conforme a idade da criança.
Alunos de até 3 anos não utilizam livros e sim jogos e atividades que vão auxiliá-los não só a aprender a língua mas também no desenvolvimento de outras habilidades como coordenação motora, por exemplo.
Dos 4 aos 6 anos não se utiliza material escrito, já que a maioria não sabe escrever ainda. O ensino é feito através de livros com atividades de colorir ou identificar objetos.
A partir dos 7 anos as crianças já conseguem ler, escrever e falar então na aula a professora utiliza todos esses recursos possíveis.

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Monday, May 23, 2016

Escola com ensino de português e japonês chama a atenção no Brasil




Escola com ensino de português e japonês chama a atenção no Brasil




Empresas japonesas instaladas no Polo Industrial de Manaus já começam a olhar para o futuro, com interesse em alunos de uma escola estadual bilíngue. É que lá todos os alunos aprendem o português, o inglês e o japonês. E isto já tem chamado a atenção dos empresários.


Enquanto isso aqui no Japão as famílias investem no aprendizado de português e inglês. Crianças da região de Aichi-ken estão sendo alfabetizadas em português ao mesmo tempo que estudam nas tradicionais escolas japonesas. Ao faze-lo as famílias estão dando aos jovens a oportunidade de se tornarem bilíngues, trilíngues e até mesmo poliglotas antes mesmo de entrarem na faculdade.


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Saturday, April 30, 2016

Filhos bilíngues



A importância da linguagem nos primeiros anos de vida





Quanto mais os pais conversam com seus filhos, mais rápido o vocabulário das crianças cresce e mais a sua inteligência se desenvolve


Apesar disso parecer óbvio e ululante, foi apenas em 1995 que a importância de conversar com bebês foi demonstrada cientificamente, quando Betty Hart e Todd Risley, da Universidade de Kansas, publicaram uma pesquisa demonstrando uma estreita relação entre o número de palavras que os pais de uma criança falam para ela antes dos três anos de idade e seu sucesso acadêmico aos nove anos. O estudo "The Early Catastrophe: The 30 Million Word Gap by Age 3"  mostrou que, aos três anos, crianças nascidas em famílias de nível educacional mais alto ouvem 30 milhões de palavras a mais do que aquelas nascidas em famílias mais pobres.  As políticas que promovem a entrada de crianças na "pré-escola" aos quatro anos de idade não compensam a possível falta de educação em casa desde o nascimento até os três anos. 

Mais recentemente, Anne Fernald, da Universidade de Stanford, constatou que a disparidade aparece bem antes de a criança completar três anos. De acordo com a pesquisadora, aos 18 meses, quando a maioria das crianças só fala uma dúzia de palavras, as crianças de famílias desfavorecidas já estão vários meses atrás das mais favorecidas. Na verdade, Anne Fernald acha que a diferenciação começa no nascimento. Aos dois anos, observou-se uma disparidade de seis meses nas habilidades de processamento de linguagem e vocabulário dos dois grupos. 

A pesquisa de Stanford também deixa claro que são as palavras ditas diretamente para uma criança que constroem seu vocabulário. Colocar os filhos na frente da televisão não tem o mesmo efeito. Também não ajuda deixá-los expostos às conversas dos adultos. As palavras precisam ser ditas diretamente para a criança.

Os efeitos podem ser vistos no cérebro. Os bebês nascem com cerca de 100 bilhões de neurônios e as conexões entre eles se formam num ritmo exponencialmente crescente nos primeiros anos de vida. É o padrão dessas conexões que determina o quão bem funciona o cérebro, e o que ele aprende. Aos três anos, haverá cerca de 1.000 trilhões de conexões no cérebro, e são as experiências da criança que vão determinar quais conexões serão fortalecidas e quais serão podadas. Esse processo, gradual e mais ou menos irreversível, molda a trajetória de vida da criança.

O que os pais devem fazer na prática para garantir que seus filhos tenham essa vantagem na sua habilidade de processamento de linguagem e vocabulário? Como já recomendamos inúmeras vezes nestas páginas, os pais devem falar - muito - com seus filhos desde o nascimento (seja lá em que língua for). Eles devem falar diretamente para seus filhos. Eles devem também tentar usar um vocabulário bem variado. 



Não se esqueça de exercitar seu cérebro
Um dos melhores modos de exercitar seu cérebro é aprender inglês e a FREEDOM tem tudo o que de melhor há para que você possa aprender inglês ou japonês, fazer um intercâmbio ou entrar em uma faculdade.
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Sunday, April 17, 2016

7 dicas para recuperar o ânimo de estudar inglês


7 dicas para recuperar o ânimo de estudar inglês



Assimilar uma língua estrangeira é um desafio e tanto para o cérebro. Mas o aprendizado de um idioma não depende apenas dos seus recursos cognitivos: também há diversas questões emocionais por trás do processo.


Assim, um dos maiores obstáculos para o seu sucesso com o idioma inglês é perder a vontade de estudá-lo.

Anda desanimado? Veja a seguir 7 dicas para recuperar a motivação para avançar em direção ao objetivo da fluência:

1. Pergunte a si mesmo as razões pelas quais você quer ou precisa aprender inglês
Liste estas razões, todas elas. Observe se elas são mesmo relevantes para você neste momento. Imagine que a sua razão seja: “Quero aprender inglês porque preciso mudar de emprego para ganhar mais”. Porém, no fundo, você adora seu emprego e não quer mudar. Inconscientemente, você se sabota e… adia o aprendizado do inglês o quanto pode. Fazemos isso todo o tempo. As suas atitudes devem ser coerentes com o que de fato quer na sua vida e carreira.

2. Verifique se o tempo destinado ao idioma não está roubando tempo de vivências mais importantes
Imagine que você estuda inglês à noite, mas quer mesmo é ficar com seu filho, que tem de dormir cedo. Se esse é o caso, é melhor mudar seu curso para algum horário antes do trabalho, sábado ou horário de almoço. Isso vai diminuir o custo emocional das aulas. O curso não pode representar mais uma carga obrigatória a carregar na semana, privando você de prazeres. Hoje é possível ter aulas individuais por Skype com professores excelentes, no horário que você quiser - até mesmo depois que o seu filho dormir.

3. Lembre-se de que todo aprendizado tem de ser divertido
Se o estudo não trouxer nenhum tipo de entusiasmo, dificilmente você conquistará regularidade. Não dá para ter aulas duas vezes por semana e sempre faltar a uma delas. Ou precisar estudar em casa para consolidar o conteúdo e nunca fazer isso porque “não dá tempo”. Só se aprende o que se pratica, e adultos só praticam quando encontram prazer em uma atividade. Diversão é algo pessoal. Descubra como você gostaria de aprender inglês: com jogos? Vídeos? Teatro? Sozinho com o professor? Em grupo? Com aplicativos? Se você anda cansado do seu curso, faltando à aula, chegando atrasado ou não estuda nada depois, é melhor mudar de turma, professor, escola, método. 

4. Estabeleça pequenos desafios e fases
Você pode, por exemplo, aprender duas palavras novas por dia, ler três notícias em inglês por semana, assistir a dois episódios da sua série favorita sem legenda (ou com legenda em inglês) a cada temporada. Faça uma lista das ações planejadas em um aplicativo, calendário, agenda, ou pedaço de papel. Conhece aquele prazer que dá quando você joga um game e passa de fase? Crie isso em seu estudo de inglês.

5. Inclua o idioma nas suas tarefas rotineiras
Liste algumas atividades de que você goste ou que precise fazer durante a semana, e insira nesses momentos o aprendizado do inglês. Alguns exemplos: se gosta de cozinhar, busque receitas em inglês; se gosta de caminhar, aproveite para ouvir podcasts no seu nível de compreensão; se gosta de comer fora, convide amigos que falam inglês e combine que por pelo menos quinze minutos falarão em inglês em um jantar. Não tem desculpa: é só usar parte do tempo que você dedica a atividades rotineiras para ter contato com o idioma.

6. Aceite correções e aproveite seus próprios erros para aprender mais
Não costuma ser muito útil você “saber inglês mas não conseguir falar nada” – como tanta gente se descreve nessa habilidade. Se quer se comunicar oralmente, tem de falar muito, em situações diferentes e sobre assuntos diversos. E precisa saber que você vai errar vocabulário, pronúncia, estruturas. Sempre que possível, peça para ser corrigido por seus colegas e professores. Preste atenção às correções, faça anotações e estude. Nunca deixe que a possibilidade de errar paralise você, apenas "se jogue".

7. Tenha as melhores aulas com os melhores professores
Na FREEDOM investimos pesadamente na formação e capacitação de nossos professores e profissionais. Temos certeza que boas aulas passa necessariamente por bons professores. Nossos professores são focados na necessidade individual e garantimos um aprendizado rápido e eficaz.
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Wednesday, April 13, 2016

Português é a quarta língua mais falada no mundo



Português é a quarta língua mais falada no mundo




Alunos da FREEDOM fazendo o curso de "Alfabetização em Português"


O português é atualmente a quarta língua mais falada no mundo, segundo dados apresentados na exposição “Potencial Econômico da Língua Portuguesa”, que esteve em exibição no Parlamento Europeu.


Esta exposição, do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua e de uma equipa de investigadores do ISCTE/IUL – Instituto Universitário de Lisboa, tem como missão rentabilizar e projetar o valor de mercado da língua portuguesa através do Parlamento Europeu, em Bruxelas.

A exposição, que tem em conta os conteúdos do estudo realizado por investigadores do ISCTE, sob a coordenação de Luís Reto, está patente de 18 a 21 de fevereiro.

A língua portuguesa atingiu a sua plena identidade linguística no início dos Descobrimentos, no século XV, e hoje é usada por mais de 250 milhões de pessoas como idioma oficial.

Este universo de falantes representa mais de 7% da superfície continental da Terra. São oito os países de língua oficial portuguesa, Portugal, Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, todos eles países “plantados à beira-mar” e que representam 4% da riqueza mundial.

Tudo indica que em 2050, mais 100 milhões de pessoas se vão juntar ao número de falantes de português. 350 milhões vão manter a língua portuguesa no topo de idiomas mundiais, a terceira mais falada na Europa, depois do inglês e do espanhol.

O português é ainda uma das línguas que regista uma das taxas de crescimento mais elevadas nas redes sociais e na aprendizagem como língua estrangeira.



SOLUÇÃO DIFERENCIADA
Se você tem crianças brasileiras em escolas japonesas já deve saber o tanto que é difícil para fazer com que elas tenham o contato suficiente e correto com a língua portuguesa. Quanto mais falar e escrever.
E foi pensando nessa situação que a FREEDOM lançou o "Curso de Alfabetização para alunos de escola japonesa". Neste curso, nossos professores irão ensinar as crianças a ler e escrever corretamente em Português desde a alfabetização até o 6º ano do Ensino Fundamental.
Confira no link abaixo maiores informações sobre nosso curso ou nos ligue:



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FREEDOM Language School
Unidades em Anjo, Kariya e Takahama
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