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Sunday, July 24, 2016



Austrália tem oportunidades para brasileiros sem diploma


Dados do departamento de imigração na Austrália indicam que somente no último ano fiscal australiano (de 1 julho de 2014 a 30 de junho de 2015) entraram legalmente mais de 13,5 mil brasileiros no país.


“Muitos destes brasileiros trouxeram as suas respectivas famílias e vieram para trabalhar, estudar e viver na Austrália”, diz o consultor imigratório MaCson Queiroz, diretor de uma, empresa de assessoria em imigração e negócios para a Austrália.
O país, diz Queiroz, é receptivo com os estrangeiros e aproximadamente 40% da sua população nasceu fora da Austrália. Além disso, o governo estimula a imigração de profissionais e todo ano divulga uma lista com as profissões mais requisitadas com o objetivo de atrair estrangeiros interessados em viver e trabalhar no país. A última lista foi publicada em julho do ano passado e está valendo até junho deste ano.
Embora, na lista haja majoritariamente ocupações que exigem diploma superior, Queiroz afirma que a falta de formação acadêmica não é impedimento nem para imigrar e muito menos para encontrar oportunidades profissionais.
“As profissões com demanda e que não exigem diploma abrangem os setores financeiro, de tecnologia, agricultura, mineração, comércio, e também há vagas no setor de saúde. Muitos pensam que para trabalhar nesta área é preciso ter diploma. Claro que um médico, sim. Mas há posições em clínica hospitalar, por exemplo, em que não é necessário diploma superior”, diz Queiroz.
Agricultores, recrutadores de recursos humanos, gerentes de produção, fazendeiros, gerentes de restaurantes ou de cafeterias e outros profissionais do setor de alimentação também conseguem encontrar boas oportunidades, segundo ele. “Os perfis requisitados para estas vagas são de pessoas que falem inglês e que já têm experiência prévia na área”, diz.
Algumas destas ocupações, de acordo com Queiroz, pagam tão bem quanto aqueles que exigem diploma. “Exemplos são os recrutadores de RH e operadores de máquinas na área de tecnologia e mineração que têm salário anual a partir de 90 mil dólares australianos”, diz.
Salários mais baixos são oferecidos para as funções que não têm experiência como requisito. Em geral, diz o diretor, a remuneração anual dos profissionais que não têm formação superior varia de 45 mil até 150 mil dólares anuais.


Processo de imigração é cheio de detalhes e pode demorar

Apesar de ter bons índices de aprovação, o processo imigratório é complexo. “As leis australianas diferem muito das do Brasil e possuem diversos pormenores”.
Tentar disputar vagas sem ter o visto de trabalho é perda de tempo. O caminho deve ser o inverso. “Este é um erro enorme que muitos inadvertidamente praticam, pois a maioria absoluta dos empregadores australianos somente oferecerão um emprego para aqueles que já tenham adquirido os direitos trabalhistas (visto) na Austrália”, diz Queiroz.
O processo de imigração tem tempo variável, dependendo do tipo de visto solicitado, a qualidade da documentação e do número de vagas ofertadas pelo departamento australiano na época da requisição.
“Geralmente, varia de 4 semanas a 18 meses. Para uma pessoa solteira, sem dependentes, em uma categoria de visto temporário, o valor do processo em termos de taxas governamentais será a partir de 1,4 mil dólares australianos”, diz o diretor.
Já as solicitações de visto permanente custam a partir de 6 mil dólares.


Quer se candidatar a uma das 191 profissões em demanda na Austrália? Confira 7 dúvidas frequentes de profissionais


Oportunidade internacional

Em 1º de julho, o Departamento de Imigração australiano divulgou sua lista com as 191 profissões em demanda no país. Dessa forma, profissionais estrangeiros têm a oportunidade de adquirir experiência internacional em suas áreas de formação e de viver no país com o segundo melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do mundo.
E para esclarecer algumas dúvidas referentes ao processo para vistos, mudança e seleção de profissionais, nós conversamos com o agente registrado de imigração australiana Marcelo Mota. Veja a seguir as principais perguntas: 


Quais as vantagens em me candidatar para um emprego na Austrália?

Para Mota, há uma série de vantagens em investir na experiência internacional de trabalho, entre elas os salários atrativos, já que os setores com alta demanda por mão de obra pagam remunerações competitivas e oferecem os mesmos benefícios e incentivos de um trabalhador comum no país.
Para ter uma ideia, a Austrália ocupa o 1º lugar no ranking de maiores salários mínimos segundo a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), com remunerações a partir de AU$ 17,29 por hora trabalhada.


Quanto tempo dura o processo para retirar o visto australiano?

Quem pretende fazer planos de mudança para o próximo ano já deve começar a encaminhar a documentação a uma agência ou entrar em contato com o departamento. "Para um visto permanente do programa Skilled Migration, todo o processo leva em média de seis a 14 meses", diz Mota. 


Quais os primeiros passos a serem tomados?

Segundo o agente de imigração, além de um bom nível de inglês, o primeiro passo que um profissional deve tomar para trabalhar no país é verificar se sua profissão está na lista do Departamento de Imigração e contatar o órgão que rege seu setor.  Depois, é preciso verificar com sua instituição de ensino e o departamento todos os documentos necessários para legalização e tradução.


Minha família pode se mudar comigo para Austrália?

A família do candidato também pode ser inclusa neste processo. Apesar de não haver subsídio para quem leva mais pessoas ao país, quem tem visto permanente na Austrália tem direito a saúde pública e seus filhos podem frequentar as escolas públicas. 

Qual o custo total para tirar o visto australiano?

Segundo Mota, o custo de todo o processo dependerá da profissão e se o candidato migrará ou não com sua família. "Haverá taxas com o Departamento de Imigração australiano, com o órgão que irá fazer a validação da qualificação, traduções juramentadas, exames médicos e os honorários de uma agente registrado de imigração australiana, caso o candidato contrate a assessoria imigratória de um agente", diz Mota

Preciso contratar uma agência para realizar todo o processo?

De acordo com Marcelo Mota, a aplicação para o visto australiano pode ser feita pelo próprio candidato. Entretanto, quem opta por contratar os serviços de um agende de imigração deve procurar por um profissional registrado no MARA [Office of the Migration Agents Registration Authority - órgão responsável por regulamentar a profissão desses agentes]. "O agente de imigração pode representar você e membros de sua família no processo de aplicação de seu visto juntamente ao Departamento de Imigração e Proteção de Fronteiras (DIBP) australiano e outras organizações australianas relevantes no processo", afirma Mota.

O que posso fazer depois do período de contratação?

O profissional que trabalhou por determinado tempo por meio do Skilled Migration com visto australiano pode optar por ficar no país após o término de seu contrato. Além disso, depois de 4 anos com visto válido e de pelo menos 12 meses com residência fixa (sem saída do país por mais de 90 dias), ele também pode obter a cidadania australiana.

Assistência total da FREEDOM para estudar e morar na Austrália

A FREEDOM Language School está preparada a encaminhar os estudantes brasileiros para estudarem inglês ou fazerem a tão sonhada faculdade em qualquer lugar do mundo, assim como a fazer o voluntariado. A FREEDOM com quase 15 anos de experiência enviando alunos brasileiros para estudarem no mundo todo com toda a segurança e assistência. Se pensar em intercâmbio, faculdade ou voluntariado pense FREEDOM.
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Monday, May 9, 2016

Monolinguismo em cidadãos do século 21


Falar só um idioma é o analfabetismo do século 21?




Em 2013, ao participar da Conferência da Sociedade Asiática do Idioma Chinês, em Boston, nos Estados Unidos, Gregg Roberts não imaginava que aquele momento o transformaria em celebridade global em sua área de atuação


Ele apresentava o programa de imersão em idiomas que comanda no pequeno e conservador Estado de Utah quando disse: "O monolinguismo é o analfabetismo do século 21".
A plateia aplaudiu, especialistas tomaram nota e leigos começaram a ver a frase pipocar nas redes sociais. "Esse é o tipo de frase que você apenas diz sem pensar na sua repercussão", afirma Roberts.
Mas, assim como não saber ler e escrever determinava o futuro profissional de uma pessoa no século 20, hoje, não dominar mais do que seu idioma nativo é uma barreira de entrada no mercado de trabalho inevitável para qualquer jovem, diz ele.
"Por razões econômicas, um segundo idioma tornou-se mais necessário, como uma ferramenta de trabalho", argumenta o especialista.

Imersão em outro idioma
O programa liderado por Roberts começou como um desafio influenciado pela comunidade hispânica dos Estados Unidos: integrar o espanhol às aulas nos distritos de Davis e Granite.
Não como um segundo idioma, mas como parte de um plano que previa lecionar as disciplinas curriculares 50% do tempo em inglês e os outros 50% em espanhol.
O projeto foi um sucesso e, logo, ampliado. Em 2009, foi lançado a nível estadual, com 1,4 mil alunos participantes. Em cinco anos, atingia 25 mil estudantes só em Utah, e outros Estados, como Delaware e Indiana, começaram a aplicá-lo.
Hoje, contempla cinco idiomas: espanhol, francês, chinês, português e alemão. Árabe e russo deverão entrar na lista em breve.

Inglês fora de moda


O inglês é o terceiro idioma com a maior quantidade de falantes nativos do planeta. São 335 milhões ao todo. Mas, ao incluir nesta conta quem o tem como segunda língua, o número sobe para 800 milhões, fazendo dele o segundo mais usado no mundo, depois do mandarim.
Mas, segundo Roberts, os países de idioma inglês têm uma desvantagem em relação a outros, especialmente aqueles em desenvolvimento. "Nós dos Estados Unidos - e, de certa forma, na Inglaterra e outros lugares que são ex-colônias britânicas - não nos preocupamos por falarmos só inglês. Acreditamos que podemos sobreviver no mundo só com ele", afirma.
Isso, porém, nem sempre é possível. "O inglês é o idioma do século 20. Mas, conforme a direção para a qual o mundo se encaminha, logo não será mais o idioma dominante."
E o quanto antes isso for compreendido, melhor. "Os idiomas são uma ferramenta básica e necessária para que os jovens do século 21 consigam se comunicar com o mundo e possam avançar em suas carreiras."
Algo que, segundo o especialista, está sendo assimilado muito melhor nos países em desenvolvimento.
"As redes atuais que temos à nossa disposição são uma fonte incrível de informação. A pessoa que não puder acessar essa informação, seja porque é analfabeta tecnologicamente ou em linguagem, ficará de fora", diz Isabel Margarita López, neurologista pediátrica especialista em linguagem da clínica Las Condes, no Chile.
Em um mundo cada vez mais dinâmico, interconectado e global, falar um segundo idioma é um trampolim para um terceiro e, inclusive, um quarto.
"Está comprovado que, uma vez que você aprende um segundo idioma, seu cérebro está preparado para aprender um terceiro muito mais facilmente", afirma Roberts.


Em qual idade começar?



O programa comandado por Gregg Roberts em Utah começa com crianças de 5 e 6 anos. "Começar a aprendizagem de um segundo idioma ainda bem cedo, como parte do sistema escolar, é muito mais eficiente em termos de custos e leva a altos níveis de domínio", afirma ele.
No entanto, o processo pode começar ainda mais cedo. O cérebro humano tem uma propensão genética e biológica para falar e adquirir linguagem. E, enquanto o cérebro está imaturo, maior é a facilidade de assimilar diferentes línguas.
"Quando as crianças são mais novas, maior é sua sensibilidade para todos os fonemas e, em algum momento, elas conseguem reproduzi-los. Com o tempo, essa capacidade vai diminuindo", explica López.
Não apenas fatores econômicos influem na aprendizagem de um segundo idioma. Também é importante a herança cultural, defende Roberts.
Crianças são capazes de aprender várias línguas simultaneamente se têm com elas um vínculo afetivo. Como ocorre, por exemplo, com os filhos de casais multiculturais em que os pais falam idiomas diferentes.
"Demoram mais a falar, mas aprendem os idiomas de forma nativa", diz López. E essa é uma capacidade que, por mais que se estude um idioma posteriormente, não se pode adquirir.
"Para falar como um nativo, é preciso aprender ainda bem jovem", explica a neurologista. "Quanto mais precoce, mais se domina o idioma e é possível falá-lo de forma mais correta e fluida."
E, mesmo que uma pessoa passe muito tempo sem praticá-lo, o idioma aprendido na infância permanece em algum lugar da mente. Só é preciso resgatá-lo, voltar a treiná-lo e colocá-lo em prática.
"É como andar de bicicleta", conclui López. "Se você não fizer isso por anos e retomar, provavelmente cairá algumas vezes, mas logo estará pedalando bem."


Não se esqueça de exercitar seu cérebro
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Saturday, April 30, 2016

Filhos bilíngues



A importância da linguagem nos primeiros anos de vida





Quanto mais os pais conversam com seus filhos, mais rápido o vocabulário das crianças cresce e mais a sua inteligência se desenvolve


Apesar disso parecer óbvio e ululante, foi apenas em 1995 que a importância de conversar com bebês foi demonstrada cientificamente, quando Betty Hart e Todd Risley, da Universidade de Kansas, publicaram uma pesquisa demonstrando uma estreita relação entre o número de palavras que os pais de uma criança falam para ela antes dos três anos de idade e seu sucesso acadêmico aos nove anos. O estudo "The Early Catastrophe: The 30 Million Word Gap by Age 3"  mostrou que, aos três anos, crianças nascidas em famílias de nível educacional mais alto ouvem 30 milhões de palavras a mais do que aquelas nascidas em famílias mais pobres.  As políticas que promovem a entrada de crianças na "pré-escola" aos quatro anos de idade não compensam a possível falta de educação em casa desde o nascimento até os três anos. 

Mais recentemente, Anne Fernald, da Universidade de Stanford, constatou que a disparidade aparece bem antes de a criança completar três anos. De acordo com a pesquisadora, aos 18 meses, quando a maioria das crianças só fala uma dúzia de palavras, as crianças de famílias desfavorecidas já estão vários meses atrás das mais favorecidas. Na verdade, Anne Fernald acha que a diferenciação começa no nascimento. Aos dois anos, observou-se uma disparidade de seis meses nas habilidades de processamento de linguagem e vocabulário dos dois grupos. 

A pesquisa de Stanford também deixa claro que são as palavras ditas diretamente para uma criança que constroem seu vocabulário. Colocar os filhos na frente da televisão não tem o mesmo efeito. Também não ajuda deixá-los expostos às conversas dos adultos. As palavras precisam ser ditas diretamente para a criança.

Os efeitos podem ser vistos no cérebro. Os bebês nascem com cerca de 100 bilhões de neurônios e as conexões entre eles se formam num ritmo exponencialmente crescente nos primeiros anos de vida. É o padrão dessas conexões que determina o quão bem funciona o cérebro, e o que ele aprende. Aos três anos, haverá cerca de 1.000 trilhões de conexões no cérebro, e são as experiências da criança que vão determinar quais conexões serão fortalecidas e quais serão podadas. Esse processo, gradual e mais ou menos irreversível, molda a trajetória de vida da criança.

O que os pais devem fazer na prática para garantir que seus filhos tenham essa vantagem na sua habilidade de processamento de linguagem e vocabulário? Como já recomendamos inúmeras vezes nestas páginas, os pais devem falar - muito - com seus filhos desde o nascimento (seja lá em que língua for). Eles devem falar diretamente para seus filhos. Eles devem também tentar usar um vocabulário bem variado. 



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Tuesday, April 26, 2016

Melhore sua memória em 40 segundos!!!



 Cientista descobre como melhorar sua memória em apenas 40 segundos




A capacidade de nos lembramos de memórias passadas, é algo muito incerto. Lembramos de algumas coisas de 10 anos atrás, mas as vezes uma simples pergunta, como “O que você almoçou na terça-feira?”, pode ser bem complicada de responder.
Se você é uma pessoa que se preocupa com a sua capacidade de memorização, aqui vai uma ótima notícia…


O neurocientista Chris Bird, da universidade de Sussex, descobriu uma técnica que além de ser eficiente, é bem rápida.
Seu estudo foi publicado em novembro, e teve uma grande repercussão mundial. O motivo? Ele desenvolveu um exercício simples e rápido para melhorar a qualidade da memória das pessoas. Um exercício que dura, incríveis 40 SEGUNDOS.
De acordo com Bird, você deve ficar pensando em uma cena recente, durante 40 segundos, e quando precisar lembrar-se dela no futuro, o trabalho vai ser bem mais fácil.
Para comprovar seu estudo, Bird e sua equipe usaram como metodologia, um estudo que contou com dois grupos de estudantes. Monitorando as atividades cerebrais deles durante todo o estudo, foi solicitado que assistissem diversos vídeos do youtube. O primeiro grupo, após assistir o vídeo, tinha 40 segundos para pensar a respeito, antes de passar para o próximo vídeo. enquanto o segundo não tinha esse tempo.
O primeiro grupo mostrou uma facilidade muito maior para lembrar de detalhes dos vídeos e responder sobre quando perguntados. Segundo Bird, além da melhora prática de desempenho, a análise das atividades cerebrais do estudantes também mostrou grandes diferenças.
Para finalizar a pesquisa, uma semana depois do primeiro teste, os dois grupos voltaram a comentar a respeito dos vídeos que haviam assistido, e novamente, o primeiro grupo se saiu melhor. Mais especificamente, o primeiro grupo teve um desempenha duas vezes melhor em relação ao segundo grupo. E além disso, mesmo depois de uma semana do primeiro teste, os cérebros dos alunos do primeiro grupo, trabalharam quase na mesma intensidade do momento em que viram os vídeos pela primeira vez.
Concluindo que, se você passar por alguma experiência que não quer esquecer no futuro, comece a pensar e refletir sobre ela durante 40 segundos. Se não der certo, pelo menos você não perdeu muito tempo.



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Sunday, April 17, 2016

7 dicas para recuperar o ânimo de estudar inglês


7 dicas para recuperar o ânimo de estudar inglês



Assimilar uma língua estrangeira é um desafio e tanto para o cérebro. Mas o aprendizado de um idioma não depende apenas dos seus recursos cognitivos: também há diversas questões emocionais por trás do processo.


Assim, um dos maiores obstáculos para o seu sucesso com o idioma inglês é perder a vontade de estudá-lo.

Anda desanimado? Veja a seguir 7 dicas para recuperar a motivação para avançar em direção ao objetivo da fluência:

1. Pergunte a si mesmo as razões pelas quais você quer ou precisa aprender inglês
Liste estas razões, todas elas. Observe se elas são mesmo relevantes para você neste momento. Imagine que a sua razão seja: “Quero aprender inglês porque preciso mudar de emprego para ganhar mais”. Porém, no fundo, você adora seu emprego e não quer mudar. Inconscientemente, você se sabota e… adia o aprendizado do inglês o quanto pode. Fazemos isso todo o tempo. As suas atitudes devem ser coerentes com o que de fato quer na sua vida e carreira.

2. Verifique se o tempo destinado ao idioma não está roubando tempo de vivências mais importantes
Imagine que você estuda inglês à noite, mas quer mesmo é ficar com seu filho, que tem de dormir cedo. Se esse é o caso, é melhor mudar seu curso para algum horário antes do trabalho, sábado ou horário de almoço. Isso vai diminuir o custo emocional das aulas. O curso não pode representar mais uma carga obrigatória a carregar na semana, privando você de prazeres. Hoje é possível ter aulas individuais por Skype com professores excelentes, no horário que você quiser - até mesmo depois que o seu filho dormir.

3. Lembre-se de que todo aprendizado tem de ser divertido
Se o estudo não trouxer nenhum tipo de entusiasmo, dificilmente você conquistará regularidade. Não dá para ter aulas duas vezes por semana e sempre faltar a uma delas. Ou precisar estudar em casa para consolidar o conteúdo e nunca fazer isso porque “não dá tempo”. Só se aprende o que se pratica, e adultos só praticam quando encontram prazer em uma atividade. Diversão é algo pessoal. Descubra como você gostaria de aprender inglês: com jogos? Vídeos? Teatro? Sozinho com o professor? Em grupo? Com aplicativos? Se você anda cansado do seu curso, faltando à aula, chegando atrasado ou não estuda nada depois, é melhor mudar de turma, professor, escola, método. 

4. Estabeleça pequenos desafios e fases
Você pode, por exemplo, aprender duas palavras novas por dia, ler três notícias em inglês por semana, assistir a dois episódios da sua série favorita sem legenda (ou com legenda em inglês) a cada temporada. Faça uma lista das ações planejadas em um aplicativo, calendário, agenda, ou pedaço de papel. Conhece aquele prazer que dá quando você joga um game e passa de fase? Crie isso em seu estudo de inglês.

5. Inclua o idioma nas suas tarefas rotineiras
Liste algumas atividades de que você goste ou que precise fazer durante a semana, e insira nesses momentos o aprendizado do inglês. Alguns exemplos: se gosta de cozinhar, busque receitas em inglês; se gosta de caminhar, aproveite para ouvir podcasts no seu nível de compreensão; se gosta de comer fora, convide amigos que falam inglês e combine que por pelo menos quinze minutos falarão em inglês em um jantar. Não tem desculpa: é só usar parte do tempo que você dedica a atividades rotineiras para ter contato com o idioma.

6. Aceite correções e aproveite seus próprios erros para aprender mais
Não costuma ser muito útil você “saber inglês mas não conseguir falar nada” – como tanta gente se descreve nessa habilidade. Se quer se comunicar oralmente, tem de falar muito, em situações diferentes e sobre assuntos diversos. E precisa saber que você vai errar vocabulário, pronúncia, estruturas. Sempre que possível, peça para ser corrigido por seus colegas e professores. Preste atenção às correções, faça anotações e estude. Nunca deixe que a possibilidade de errar paralise você, apenas "se jogue".

7. Tenha as melhores aulas com os melhores professores
Na FREEDOM investimos pesadamente na formação e capacitação de nossos professores e profissionais. Temos certeza que boas aulas passa necessariamente por bons professores. Nossos professores são focados na necessidade individual e garantimos um aprendizado rápido e eficaz.
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Monday, April 11, 2016

Os 10 erros mais comuns de quem estuda inglês.


Os 10 erros mais comuns de quem estuda inglês




Por que aprender inglês parece ser um processo tão doloroso para algumas pessoas? Por que tanta gente desiste no meio do caminho? Não que seja fácil estudar inglês, mas, se você prestar atenção e não cometer os erros abaixo, tenho certeza de que vai evitar transtornos desnecessários e aumentar suas chances de sucesso no aprendizado da língua inglesa.



1. Achar que vai ser rápido
Talvez iludidos por propagandas enganosas que prometem fluência em poucas semanas, muita gente acaba caindo nesse conto do vigário e acha que vai sair falando fluentemente depois de algumas aulas. A ilusão é também motivada pela empolgação inicial de quem precisa falar inglês com urgência. É surpreendente o número de pessoas que só se dão conta de que precisam estudar em cima da hora. A motivação pode ser viagem ao exterior, entrevista de emprego ou prova importante, mas já passou da hora de você perceber que inglês não é pizza! Não existe disk-inglês que vai trazer o conhecimento quentinho e embrulhadinho na porta da sua casa! Cf. Erros Comuns: DISK, Cf. Dicas para se sair bem na entrevista em inglês.

2. Não definir uma meta
Os objetivos de quem estuda inglês variam bastante. Tem gente que estuda para desenvolver a leitura de, por exemplo, textos técnicos e pode até dispensar a fluência oral. Outros precisam ter um conhecimento mais amplo porque estão buscando uma promoção em uma empresa e precisarão fazer apresentações, participar de reuniões e até negociar em inglês. Há pesquisadores, por exemplo, cujo foco é a excelente redação em inglês para publicação de trabalhos em revistas científicas internacionais, entre muitos outros exemplos. O que você já deve ter percebido é que não devemos colocar alunos com interesses tão diferentes no mesmo “pacote”. Trace um plano detalhado para saber quais são as suas necessidades. O conceito de sucesso é relativo, pois varia de acordo com o objetivo de cada um. Aquilo que para mim é uma meta alcançada, para outra pessoa, pode significar, por exemplo, apenas a metade do caminho. O meu “inglês fluente” pode não ser o mesmo que o seu. Cf. 10 dicas infalíveis para quem quer aprender inglês.

3. Estabelecer prazo para “aprender” inglês
Nem todo mundo aprende no mesmo ritmo. É evidente que as velocidades de aprendizado são diferentes entre pessoas diferentes. Ainda assim, tem gente que insiste em perguntar: “Em quanto tempo se aprende inglês?”. Se as pessoas têm objetivos diferentes e ritmos de aprendizado diferentes, quem se arrisca a responder a pergunta acima corre um risco enorme de dar palpite furado. É importante, portanto, se dedicar com empenho total sem se impor prazos mirabolantes. Com o passar do tempo, você irá adquirir maior confiança para saber que ainda tem muito o que aprender!  Mais sobre esse tema no item 4.

4. Achar que um dia acaba
Quando comecei a estudar inglês, aos 14 anos, achei que depois de um certo tempo eu poderia dizer para mim mesmo com orgulho: “Eu falo inglês!”. Na minha ingenuidade juvenil, eu acreditava que, depois desse dia, nunca mais precisaria estudar. Na pior das hipóteses, abriria o dicionário, mas bem de vez em quando. Com o amadurecimento, percebi que o aprendizado de uma língua estrangeira é processo que não tem fim, mesmo porque aquelas pessoas que já atingiram seu objetivo, terão que necessariamente fazer, no mínimo, um trabalho de manutenção para não esquecerem o que já aprenderam. Sem contar aqueles que, por uma ou outra razão, definem novos objetivos ainda mais ousados.

5. Não avaliar seu perfil de aluno
Recebo nos comentários do blog muitas perguntas do tipo: “É melhor estudar em escola ou com professor particular?”. A minha resposta é sempre a seguinte: “Depende!”. Tem gente que se dá melhor quando trabalha em grupo. Pode ser o estímulo dos colegas, o medo de ser o pior da classe, o instinto competitivo para ser o melhor da turma etc., tem gente que não encontra motivação se não trabalhar em grupo.
Há, por outro lado, pessoas que preferem a flexibilidade oferecida por um(a) professor(a) particular. A flexibilidade pode ser tanto de horário, pois é mais fácil a reposição de aulas e alterações repentinas de dia ou horário, quanto no método de ensino, principalmente se as aulas forem individuais. Nesse caso, o método e o material de aula poder ser totalmente personalizado para atender as suas necessidades.
Não podemos nos esquecer, é claro, do grupo dos autodidatas, principalmente nos dias de hoje em que há inúmeros recursos disponíveis na Internet.
Uma comparação grosseira pode ser feita com a atividade física. Explico: todo mundo sabe que devemos praticar atividades físicas, certo? O que é melhor: a academia, um personal trainer, ou correr sozinho no parque? É claro que tem gente que se adapta melhor a uma das três alternativas. A analogia pode ser útil para você saber se tem maior probabilidade de se dar bem estudando em uma escola, com um professor particular ou sozinho(a).
Há um teste muito interessante preparado por Ron Martinez, autor de “Como dizer tudo em inglês“, entre outros livros. O post “Artigo: CLASS OR NO CLASS?” é excelente para você tirar uma espécie de raio-X de seu perfil de aluno e tomar a decisão correta. O texto está em inglês e, infelizmente, não terá tanta utilidade para quem está começando do zero.

6. Achar que só frequentar as aulas vai ser suficiente
A carga horária típica oferecida por muitas escolas e muitos professores particulares também é de 3 horas semanais, em geral, em duas aulas de 1h30. É claro que há inúmeros outros formatos, mas a conclusão vale para todos as cargas horárias: os resultados não surgem, ou custam muito a surgir, se não houver a complementação do trabalho em sala de aula com atividades complementares. Esse assunto já foi tratado no post “Vocabulário: Exposição“. Livros, revistas, filmes, documentários, séries de TV, programas de entrevista, noticiário, enfim, tudo aquilo que represente uma exposição à língua estrangeira. Não se esqueça de que não importa o assunto, o essencial é que o tema seja algo do seu agrado. Leia também os textos “Aprender inglês com prazer é mais fácil” e “Como aprender inglês com as séries de TV“ para ver mais exemplos.

7. Culpar o método (ou o professor, a chuva, a lua, o vento…)
Não gosta do método da escola? Mude de escola. Não se adaptou com um professor particular? Troque de professor. Não adianta ficar procurando desculpa nos outros. Tenha a coragem de admitir que talvez você não tenha se dedicado como deveria ou talvez tenha estabelecido uma meta muita ambiciosa para a sua disponibilidade de tempo, podem ter surgido imprevistos que fizeram com que você tivesse que reorganizar sua agenda etc., ou seja, seja qual for o problema é preciso enfrentá-lo com determinação. Afinal de contas, quem não está aprendendo inglês é você! Aliás, não há nada de errado em recuar um pouco diante de um obstáculo, desde que você recobre as forças e volte ao ataque na primeira oportunidade!

8. Desistir quando não houver sinais aparentes de evolução
As primeiras semanas do curso de inglês costumam ser bem animadas. A empolgação dos primeiros dias, a vontade de aprender rápido, o incentivo da família e/ou do chefe etc., enfim, tudo favorece. Depois de algumas semanas, você, aos poucos, vai perdendo o entusiasmo. Aliás, você já deve supor que esse prazo varia bastante, pois, afinal de contas, você leu os ítens anteriores, não é mesmo? Inconscientemente, você se pergunta: “Por que está tão difícil?” “Por que está demorando tanto para aprender inglês?”. Pois bem, vou dar 2 avisos para você: 1) Não é fácil aprender uma língua estrangeira. e 2) Aprender inglês demora mesmo. Embora a evolução possa estar de fato acontecendo, para quem aprende é muito difícil ter a noção desse progresso. É nessa hora que a maioria desiste dizendo coisas do tipo: “Não adianta, não consigo aprender inglês.”, “Inglês não é para mim!” etc. ou então alguma outra desculpa para culpar o método, como as descritas no item 7.
Portanto, ponha na sua cabeça: o negócio é lento! Não adianta pressa. Aprender inglês não é como comprar pastel na feira. Até que os transplantes de cérebro sejam rotina, aprender língua estrangeira vai continuar exigindo tempo, dedicação e muita força de vontade. And there are no two ways about it! [E não tem outro jeito!] Prepare-se para esse período “baixo astral” e repita para si mesmo: “É normal, vai passar!”. Acredito que com esse grau de conscientização, você terá maior probabilidade de enfrentar essa dificuldade.Cf. Atitude: Persistência

9. Dar passo maior que a perna
Se, por outro lado, a coisa não está rolando, é melhor não forçar. Quem não admite para si mesmo que não está 100% a fim de aprender inglês e continua insistindo corre o risco de criar um trauma que pode prejudicar tentativas futuras de estudo da língua. Faça uma avaliação sincera e cuidadosa sobre suas reais condições de estudar inglês e todas as suas implicações, ou seja, investimento de tempo, esforço e, é claro, dinheiro. Será que você não tem outras prioridades no momento? Tem uma carga de trabalho e/ou estudo muita intensa nesse ano/semestre/mês? Está passando por alguma outra dificuldade que consome toda a sua energia? Enfim, se a hora não é a mais adequada, reveja a sua programação! Às vezes, é melhor guardar as suas forças para outro momento, do que tentar abraçar o mundo. Faça uma reflexão sincera e só entre nessa empreitada se realmente chegar à conclusão de que ela está dentro das suas possibilidades. Lembre-se de que aprender inglês não é para quem só precisa; é para quem precisa, quer muito e tem condições adequadas. Cf. Atitude: IT’S THE ATMOSPHERE!


10. Não se esqueça de exercitar seu cérebro
Um dos melhores modos de exercitar seu cérebro é aprender inglês e a FREEDOM tem tudo o que de melhor há para que você possa aprender inglês ou japonês, fazer um intercâmbio ou entrar em uma faculdade.
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Wednesday, April 6, 2016

Como reter o que você leu com mais facilidade?

Conheça ferramentas excelentes para manter e absorver melhor o conteúdo da leitura



Sempre foi importante ter uma comunicação cativante e envolvente. Hoje, com a presença da tecnologia atuando nos contatos pessoais, essa habilidade se tornou ainda mais necessária. Pessoas articuladas, simpáticas e espirituosas são recebidas com alegria em qualquer roda de conversa. Com esse comportamento, sobressaem de maneira positiva nas reuniões corporativas e no relacionamento social.

Para isso é preciso que tenham voz firme, com bom ritmo. Vocabulário amplo, pronto e adequado a todas as circunstâncias. Domínio da expressão corporal, para que os gestos sejam elegantes e harmoniosos. Expressão facial arejada. Pensamento bem ordenado, com raciocínio lógico e concatenado.

Para que todos esses aspectos possam efetivamente contribuir com o sucesso da comunicação é fundamental que a pessoa tenha conteúdo. Se não tiver o que dizer, o indivíduo será repetitivo, vazio, prolixo e apenas um falador chato. Quem possui informações, naturalmente associa e complementa as ideias com facilidade, e torna seu discurso mais atraente.

Alguns, entretanto, reclamam que não conseguem guardar as informações que leem. Em pouco tempo, o que parecia tão interessante para ser usado em uma conversa desaparece da mente. Já me disseram que, depois de ler um romance, não conseguem contar a história que no momento da leitura parecia ser tão fascinante.

Para solucionar essa questão e conseguir reter as informações relevantes apreendidas em uma leitura, vou sugerir um recurso que me caiu às mãos de maneira curiosa. Ganhei um livro de oratória que havia pertencido ao poeta Guilherme de Almeida. A obra, com o título de "El Arte de Hablar Bien" (A Arte de Falar Bem) é de autoria de Paul C. Jagot e J. C. Noguin. Foi publicada na Argentina em 1943 e traduzida do francês para o espanhol por J. C. Guiñon.

Embora seja uma obra relativamente comum, Guilherme de Almeida fez dela uma espécie de livro de cabeceira. Leu cada uma de suas páginas e assinalou a lápis todas as passagens que julgou interessante. Observe que não estamos falando de qualquer pessoa, mas sim de um dos mais brilhantes poetas brasileiros de todos os tempos.

Guilherme de Almeida nasceu em Campinas, no Estado de São Paulo, em 1890 e faleceu na capital paulista em 1969. Deixou uma vasta produção literária e, em 1930, teve o mérito de se tornar o primeiro poeta moderno a ingressar na Academia Brasileira de Letras. Foi figura de destaque na Semana de Arte Moderna de 1922.

Não se encontra uma página sequer do livro que não tenha pelo menos uma pequena anotação feita de próprio punho pelo poeta. Em alguns casos, Guilherme de Almeida chama a atenção que determinado trecho deveria ser lido várias vezes. Um deles assinala com destaque uma sugestão dos autores de como reter as informações lidas em um livro.

"Ao acabar de ler o capítulo de um livro resuma o conteúdo, o significado da mensagem da mesma maneira como se precisasse expô-lo diante de uma centena de pessoas." Quem seguir essa sugestão assinalada por Guilherme de Almeida, terá dado um passo importante para assimilar com mais facilidade o conteúdo de suas leituras.

O resultado é impressionante. Ao resumir o capítulo de um livro, ou um artigo de jornal ou revista, imaginando que precisará apresentá-lo diante de uma plateia, aprenderá o conteúdo com mais tranquilidade. Esse recurso faz com que a pessoa tenha domínio da matéria que acabou de ler. O exercício será ainda mais eficiente se for feito em voz alta.

Dessa forma, além de fixar as informações que leu, terá oportunidade também para aprimorar a comunicação. Depois desse treinamento, quando falar em público fazendo uso do conteúdo aprendido, as exposições se revestem de uma qualidade diferenciada.


A leitura é uma das mais importantes fontes de conhecimento. Quem se dedica a essa tarefa de resumir o que acabou de ler e faz o exercício de apresentar as informações como se estivesse falando em público, incorpora definitivamente esse conhecimento, que passa a ser muito útil quando se apresentar diante da plateia.


Não se esqueça de exercitar seu cérebro

Um dos melhores modos de exercitar seu cérebro é aprender inglês e a FREEDOM tem tudo o que de melhor há para que você possa aprender inglês ou japonês, fazer um intercâmbio ou entrar em uma faculdade.
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Sunday, April 3, 2016

Como usar a neurociência para aprender uma língua mais rapidamente


4 dicas da neurociência para aprender uma língua mais rapidamente




Você gosta de dizer que seu inglês é avançado, mas lá no fundo sabe que o seu nível não passa do intermediário?


Saiba que você não está sozinho. A desaceleração do aprendizado de uma língua estrangeira, até o ponto em que o estudante estaciona num patamar mediano, tem até nome: “platô intermediário”.

Conhecido de muitos alunos e professores de idiomas, o fenômeno é extremamente comum no Brasil. E a razão pela qual tantas pessoas chegam a esse ponto de estagnação tem a ver com questões emocionais, diz a neurocientista Carla Tieppo, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

“Em geral, somos muito sensíveis a críticas à nossa forma de falar uma língua estrangeira”, explica ela. “Se, no início do processo de aprendizado, a pessoa se deparou com um professor que fez uma certa expressão facial quando ela pronunciou algo errado, ou fez uma correção sem muito tato, isso pode deixar marcas na relação dela com o idioma”.

Embora profundamente ligado às emoções, o processo também depende fortemente dos seus recursos cognitivos - o que não significa que conquistar a fluência dependa apenas do grau de inteligência verbal de cada um.

Por que algumas pessoas têm mais facilidade com idiomas?


Segundo a professora Carla, a velocidade com que cada indivíduo adquire domínio sobre uma língua está atrelada a múltiplos fatores.

Um deles é a disposição psicológica para o aprendizado. Você pode, por exemplo, deixar que esse processo seja contaminado pela vergonha e pelo medo da exposição. Uma outra postura, mais produtiva, seria estar aberto à tentativa e ao erro, sem impor a si próprio a obrigação de dominar tudo de cara.

Quem tem mais facilidade para línguas costuma ter muita curiosidade e enxergar o aprendizado como um desafio, e não como como um teste.

Também é preciso mencionar o papel das habilidades cognitivas de cada pessoa. A professora Carla destaca a chamada “memória de trabalho”, uma espécie de memória RAM do cérebro.

Como a comparação sugere, trata-se do componente cognitivo que permite processar vários níveis de informação ao mesmo tempo - no caso, dominar simultaneamente pronúncia, significado e regras gramaticais enquanto você se expressa. Quem tem habilidade com esse tipo de “malabarismo” de dados normalmente se sai melhor com idiomas.

Dito isso, as variáveis envolvidas nesse processo ainda não são totalmente conhecidas e continuam intrigando os cientistas.

Basta estudar as regras?


O húngaro Balázs Csigi, fluente em 7 línguas, defende que o processo de aprendizagem pode ser facilitado se o estudante fizer uma imersão na cultura do país que fala o idioma estudado.

“Memorizar palavras não é uma opção se você quer alcançar a excelência”, escreve o poliglota em artigo para o site Business Insider. “Em vez de aprender pela repetição, você precisa ir além da superfície e desvelar a cultura escondida atrás de cada palavra e expressão”.

Para justificar sua tese, o húngaro analisa o sentido da palavra inglesa “reasonable”, muito usada em expressões como “reasonable guy”, “reasonable time” ou “reasonable request”. Em português, o termo equivalente seria "razoável" ou “sensato”, mas é bem menos empregado do que em inglês.

A razão é cultural. Segundo Csigi, o uso frequente de “reasonable”, adjetivo que se origina de “reason”, tem a ver com a admiração da sociedade anglo-saxônica por conceitos como razão, ciência, lógica e senso comum.

Para assimilar essa ou qualquer outra palavra, diz ele, é preciso entender seu significado mais profundo para os povos que a empregam. Daí a importância de se estudar a cultura paralelamente às regras gramaticais e lexicais, e assim dar um salto no seu aprendizado.


Como dominar uma língua mais rápido?

Com base em conceitos e estudos da neurociência, é possível chegar a alguns conselhos práticos para acelerar o processo de aquisição de uma língua.

Veja a seguir 4 deles:

1. Insira seu aprendizado em um contexto

Imagine que você deva dizer em francês a frase “Preciso de um telefone com urgência” em duas situações diferentes: na sala de aula, durante um exercício oral, ou no meio de uma rua escura em Paris, após ter perdido os seus documentos. Em qual momento você exigirá mais do seu cérebro?

A resposta é óbvia. “Quanto maior for a necessidade de compreender uma língua ou se expressar nela, mais veloz será o aprendizado”, diz Carla. É por isso que tantas pessoas se desenvolvem rapidamente num idioma quando moram no exterior. A vida real é muito mais exigente do que as simulações: ou você aprende, ou não sobrevive.

Mas você não precisa necessariamente morar em outro país para ganhar fluência. Basta buscar contexto e necessidade para o aprendizado. Os videogames com áudio em inglês, por exemplo, são um ótimo recurso para esse fim. “Você precisa compreender o que está sendo dito para passar para a próxima fase e continuar jogando", afirma a professora da Santa Casa. "Isso traz um estímulo muito mais poderoso do que um exercício isolado na lousa”.


2. Assista a um mesmo filme estrangeiro 3 vezes

Outro método simples para impulsionar o seu aprendizado é ver três vezes um filme falado na língua que você está estudando. Na primeira, habilite as legendas em português. Na semana seguinte, veja tudo com legendas no idioma estrangeiro. Na terceira e última vez, dê o play no vídeo sem legendas.

Segundo Carla, essa é uma forma interessante de melhorar o seu processamento auditivo. Na terceira vez que assistir ao filme, sem legendas, você já conhecerá a história e talvez se lembre de vários diálogos.

Assim, você fará associações entre forma, som e significado, além de treinar o reconhecimento de várias palavras no outro idioma.

3. Ouça (muita) música

Este conselho vale especialmente para quem já teve contato com a língua estudada por meio de canções.

Você adora um determinado artista que canta em francês, espanhol ou inglês, por exemplo? Ao ouvi-lo - especialmente se tiver a letra da música em mãos - é provável que você tente compreender o que ele canta.

Está aí a grande contribuição da música estrangeira para o estudo de línguas, diz Carla. “A perspectiva de finalmente entender uma letra que você nunca entendeu traz muita motivação, que é uma condição básica para o aprendizado”, explica a especialista.


4. Use expressões na outra língua tanto quanto puder

Outra dica da neurocientista é empregar o idioma estrangeiro com a maior frequência possível na sua rotina - mesmo que seja entre frases em português.

De acordo com Carla, quanto mais você usar a língua em situações do dia a dia, mais rápido irá incorporá-la ao seu repertório - até o ponto em que as palavras sairão automaticamente da sua boca diante de cada acontecimento.


“Se você acha pedante dizer palavras estrangeiras no meio de uma conversa com outro brasileiro, pelo menos faça o exercício mentalmente”, diz a professora. “Ainda assim, falar em voz alta é mais aconselhável, porque permite ouvir a sua própria pronúncia e corrigi-la gradativamente”. 


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Tuesday, March 22, 2016


6 erros comuns de quem está aprendendo inglês



Dominar a língua inglesa não é uma tarefa fácil, mas saber driblar alguns erros comuns que costumam atrapalhar a rotina dos estudos é o primeiro passo para um aprendizado de sucesso

Erro número 1 – Ansiedade.

Diminua a ansiedade. Muitos alunos querem aprender inglês em uma velocidade muito além da normal. Dominar outra língua requer muito tempo de dedicação. Quanto mais ansioso o aluno estiver mais difícil será o processo. Como tudo na vida, a ansiedade é contraproducente. Consequentemente, estabeleça um plano coerente com sua exposição ao idioma e seu foco no estudo. Quanto maior a exposição e estudo, mais rápido será o desenvolvimento. Crie uma meta realista e seu processo será mais eficiente e prazeroso.

Erro número 2 – Acreditar que o aprendizado é uma relação de consumo. 

Pagar escolas caras ou professores particulares, não é o bastante para o aluno aprender inglês. Não digo aqui que qualidade não tem seu lugar. Porém não só qualidade e custo alto são diferentes, bem como nada substitui o empenho do aluno. Muitos alunos aprendem com os piores recursos e contextos, enquanto outros que possuem tudo a seu dispor não sabem tirar proveito. O que mais conta é a dedicação pessoal. Estudar gramática, vocabulário, praticar com amigos e professores fazem toda diferença.

Erro Número 3 – Traduzir.

Quanto mais o aluno se expressar em inglês sem recorrer a tradução de cada palavra e frase dita, mais eficiente será sua aprendizagem. Esse hábito de “pensar em inglês” vem com a prática constante e uma exposição consistente. Há ainda uma dica importante: diferentemente de traduzir palavras, pense em expressões que são usadas em determinadas situações. Uma ótima fonte são os seriados que atualmente podem ser facilmente encontrados. Observe as expressões neles ditas, faça anotações e estude. Vale também estudá-las na internet, buscando sua definição. Então, procure usar essas expressões em seus contextos naturais e não as traduza, pense em seu uso e impacto na comunicação, o que elas causam, sua importância e significado. Quanto mais você utilizar maior será a retenção na memória de longo prazo. Quando o aluno chega nesse estágio, ele não recorre mais ao português e sua fala se torna “fluente”.

Erro número 4 – Não ter tempo.

Na verdade, não existe falta de tempo, mas falta de organização do tempo. Você pode estudar inglês no carro indo para o trabalho, no metrô indo para a faculdade. Ouvir os diálogos de algum podcast e prestar muita atenção na entonação, tonicidade e melodia da pronúncia. Você pode estudar 20 minutinhos na hora do almoço, ou até mesmo, enquanto assiste filmes e séries (colocar legenda em inglês ou pausar quando não entender uma expressão), incluindo essas metas até mesmo nos finais de semana. Portanto, se estudar inglês é o seu foco, faça valer o seu tempo.

Erro número 5 – Não conhecer o seu perfil de aprendizagem.

Existem diferentes estilos de aprendizagem. Alguns tendem a aprender memorizando e repetindo, outros gostam de praticar e não se importar com erros. Há ainda, outros que gostam de se aprofundar em gramática e só então se aventurar na comunicação. Há ainda aqueles que preferem estudar por meio de músicas e filmes. Conhecer seu perfil de aprendizagem fará com que o processo de aquisição do inglês, especialmente nas horas de estudo extra, seja muito mais efetivo. Um exemplo disso: Quando aprendi que além de ser viciado em filmes, aprendo algo que tem contextos claros, usei isso a meu favor e comecei a criar listas de expressões a partir de meus filmes favoritos, depois estudava às estudava. Se tivesse feito isso com músicas talvez meu resultado não tivesse sido o mesmo, já que não é minha preferência, ou seja, conhecer a si mesmo, seus gostos, a forma como aprende é uma excelente estratégia para catalisar o processo de aprendizagem.
Ao se aprender inglês ou qualquer outro idioma, aprendemos também um pouco sobre nós mesmos. Sobre nossos limites e por que, não sobre o que nos motiva a ir mais longe. Bons estudos!

Erro número 6 – Não se matricular na FREEDOM.

Muitos erros ocorrem por não conhecimento ou inocência, mas errar sabendo que está errado pode ser fatal. Para tanto o melhor a se fazer é se matricular na FREEDOM Language School que é a escola que melhor une o conhecimento teórico e prático propiciando a você a melhor experiência ao aprender um segundo ou terceiro idioma.
FREEDOM a escolha dos inteligentes.

FREEDOM Language School
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Sunday, March 20, 2016


Intercâmbio na Nova Zelândia com total suporte da FREEDOM


Conheça essa país lindo e saiba por que é uma das melhores opções de intercâmbio no momento





Existem vários motivos para fazer um intercâmbio na Nova Zelândia – vários MESMO! Mas para encurtar esse post, selecionamos apenas 11 deles. Leia a lista abaixo e entenda por que a Nova Zelândia é um país incrível e um destino perfeito para quem quer estudar inglês e fazer intercâmbio, sorrindo e curtindo.


1. Viajar sem burocracia: a Nova Zelândia não exige visto para quem ficar até 3 meses

O país está na lista daqueles que não exigem visto para quem ficar até 3 meses. Isso facilita – e muito! – a vida de quem quer fazer um intercâmbio mais curto e evitar trâmites burocráticos. Nesses casos, na chegada, tenha em mãos apenas a passagem de ida e volta, comprovante de renda e passaporte válido. Se os planos forem ficar um pouco mais, não se preocupe: o processo para tirar o visto na Nova Zelândia é bastante amigável e brasileiros raramente enfrentam problemas.

2. Poder estudar e trabalhar durante cursos de idioma mais longos
Desde janeiro de 2014, os estudantes que estiverem matriculados em cursos com 14 semanas ou mais de duração têm permissão para trabalhar na Nova Zelândia. É permitido trabalhar por 20 horas semanais durante o período de estudos e em período integral durante as férias do curso. A regra vale para os cursos vinculados às escolas credenciadas, confira na FREEDOM maiores informações.

3. Combinar aulas com atividades incríveis ao ar livre

Muitas escolas de idiomas mundo afora oferecem a opção que combina aulas + atividades extracurriculares. Mas atividades ao ar livre na Nova Zelândia é algo levado realmente a sério… Que tal andar de caiaque depois da aula em belíssimos lagos ou praias? Ou escalar montanhas? Ou praticar mountain bike em trilhas espetaculares? 

4. Explorar os contrastes naturais de um único país

As paisagens da Nova Zelândia são incrivelmente contrastantes – e, por isso, tão especiais. O país reúne de tudo em termos de belezas naturais: vulcões, montanhas cobertas de neve, praias ensolaradas, rochas, parques naturais, lagos de água cristalina etc. Dá para conhecer tudo e mais um pouco durante um intercâmbio na Nova Zelândia.  Não deixe de programar alguns passeios e viagens pelo país.

5. Degustar ótimos vinhos locais gastando pouco

Nem todos sabem, mas os vinhos da Nova Zelândia fazem sucesso não só dentro do país, mas também mundo afora. A boa notícia é que quem estiver num intercâmbio na Nova Zelândia poderá degustar essas delícias sem preocupação e gastando muito pouco. É que a bebida faz parte do dia a dia das famílias e dos jovens e o preço nas prateleiras dos supermercados é bem em conta. A uva sauvignon blanc é uma das mais aclamadas do país.

6. Praticar esportes radicais

Os esportes radicais na Nova Zelândia ganharam fama pelo planeta, ultrapassando todas as fronteiras. Impossível falar no país sem citar palavras como bungee jump, skydiver, esqui, montanhismo, rafting. Alguns dos bungee jumps mais famosos da Nova Zelândia: Auckland Harbour Bridge; Sky Jump; Kawarau Bridge Bungy; The Nevis Bungy. Durante um intercâmbio na Nova Zelândia uma coisa é certa: não faltarão oportunidades para você se aventurar e vivenciar experiências únicas. Crie coragem e boa sorte!

7. Amar os neozelandeses

O povo da Nova Zelândia é muito amável, educado, receptivo e gentil. É comum ver pessoas oferecendo ajuda a estrangeiros desconhecidos, puxando assunto e sendo prestativas. A população local adora uma conversa e se orgulha de receber gente de fora, sem frescuras. Isso significa que a convivência com eles não será um problema. Como não amar os neozelandeses?

8. Entender por que a Nova Zelândia está no topo dos melhores rankings

Pense num ranking positivo, desses que saem anualmente. A Nova Zelândia estará lá – e você só vai entender os motivos ao conhecer o país pessoalmente. Apenas para citar alguns exemplos:
  • A Nova Zelândia é o melhor país do mundo para viajar sozinho, segundo os editores da revista Travel + Leisure. A segurança é um dos principais fatores que determinou a escolha.
  • A Nova Zelândia foi considerada o país menos corrupto do planeta, em 2013, pela ONG Transparência Internacional;
  • A Nova Zelândia é o país onde é mais fácil abrir um negócio. Lá, empreendedores conseguem abrir uma empresa em menos de um dia, segundo o relatório Doing Business 2014;
  • A Nova Zelândia é o melhor destino do mundo, pelo terceiro ano consecutivo, segundo os leitores do  jornal britânico The Telegraph;


9. Esticar a viagem e conhecer países exóticos

Que tal sair do senso comum e viajar por outros países no intercâmbio na Nova Zelândia? É verdade que a Nova Zelândia está localizada no “meio do nada”, mas próximo a ela estão lugares interessantíssimos e super exóticos, como Nova Caledônia, Fiji e Tonga. Com um pouco mais de fôlego e planejamento, é possível esticar a viagem até o Sudeste Asiático e conhecer Camboja, Vietnã, Malásia, Indonésia e Tailândia. Algumas companhias locais fazem esses voos a preços acessíveis.


10. Aprender com um estilo de vida mais saudável e tranquilo

Os neozelandeses sabem (e fazem questão) de viver bem. Isso significa praticar esportes regularmente, comer comidas leves e saudáveis, trabalhar menos e levar uma vida mais modesta, menos consumista e, consequentemente, bem menos estressante. Na NZ, você verá pessoas acordando cedo para caminhar e consumindo produtos orgânicos. Insira-se nesse ambiente relax, tire suas próprias lições com esse estilo de vida e curta muito seu intercâmbio na Nova Zelândia!

11. Deixe tudo por nossa conta

Com anos de experiência enviando alunos para a Nova Zelândia a FREEDOM Language School é a melhor opção para quem precisa de segurança, conforto e aprendizado. 
Deixe todo o estresse a insegurança de lado e conte com os serviços de uma escola séria comprometida com o aprendizado e bem-estar de nossos alunos.
Faremos tudo para que sua experiência de intercâmbio na Nova Zelândia seja a mais agradável possível. Ligue para nós ou acesso nosso site para maiores informações.


FREEDOM sempre sua melhor opção!!!!!!

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