Monday, May 16, 2016

Por que você ainda não consegue falar INGLÊS?



Você não fala inglês ainda porque utiliza a preposição errada!




Aprender como nosso cérebro funciona e é fundamental para aprendermos qualquer coisa. Saber utilizar os gatilhos mentais adequados é a chave do sucesso em qualquer empreendimento, inclusive aprender inglês.



“Nossa! Até hoje eu não falo inglês! Preciso aprender este idioma!”
É bem provável que:

1) você já tenha ouvido alguém fazer esta exclamação; 
2) você mesmo já tenha feito esta exclamação; ou 
3) você ainda faz esta exclamação.

Queremos nestas linhas falar com você que ainda exclama “Até hoje eu não falo inglês”.
Nossa intenção não é dar uma explicação simplista para esta questão, visto que aprender um outro idioma – inglês, neste caso – envolve tantas outras “variáveis”. Porém, há uma variável insistentemente negligenciada: os “gatilhos mentais”, que são critérios que o nosso cérebro adota para reduzir a utilização de energia e aumentar os resultados nas atividades que desempenhamos.
Se você ainda não domina o inglês é porque utiliza a preposição errada! Isto mesmo, o erro está na escolha da preposição que você utiliza quando o assunto é aprender inglês, quando você reflete e age sobre esta questão.

Vou explicar…

Mas antes, vou te fazer uma pergunta: É correto dizer “eu vou estudar inglês para dominar este idioma”?

Resposta: Sim, é correto.

Porém, não é porque algo está correto que não possa ser melhorado. Certo? Temos que buscar melhorar a cada momento em tudo que fazemos.
Sendo assim, se você utilizar a preposição correta você vai, definitivamente, dominar o inglês!
Mas que “preposição” é esta afinal?
De forma resumida, “preposição” é a palavra que estabelece uma relação entre dois ou mais termos da oração. Esse tipo de relação é considerada uma conexão, em que os conectivos cumprem a função de ligar elementos. A preposição é um desses conectivos e se presta a ligar palavras entre si num processo de subordinação denominado regência: o primeiro elemento – chamado antecedente – é o termo que rege, que impõe um regime; o segundo elemento, por sua vez – chamado consequente – é o termo regido, aquele que cumpre o regime estabelecido pelo antecedente.
Quando você utiliza a preposição “para” como o conectivo de “eu vou estudar inglês” e “dominar este idioma” você está limitando a sua capacidade de resultado. O seu cérebro, que é um excelente “gestor de energia”, recebe a mensagem que ele tem que fazer isso para alcançar aquilo. Porém, quando ele observa que o resultado desejado não está sendo obtido (o que é normal no período inicial de todo processo de crescimento… resultados não são obtidos da noite para o dia!), ele faz o necessário para encerrar o processo, de modo a não mais “desperdiçar” energia. Em outras palavras, você desiste e fracassa.

Isto já aconteceu com você? Você já iniciou os seus estudos da língua inglesa e depois desistiu de continuar?

Novamente: se isso aconteceu foi porque você escolheu a preposição errada!



Não se esqueça da força de seu cérebro:
Um dos melhores modos de exercitar seu cérebro é aprender inglês e a FREEDOM tem tudo o que de melhor há para que você possa aprender inglês ou japonês, fazer um intercâmbio ou entrar em uma faculdade.
Não perca seu tempo e saiba porque a FREEDOM é a escolha certa das pessoas mais inteligentes.


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Thursday, May 12, 2016

7 motivos para fazer intercâmbio na Austrália



7 motivos para fazer intercâmbio na Austrália


A Austrália está entre os países que mais recebem e acolhem estrangeiros para estudos e trabalho. O modo de vida dos australianos atrai cada vez mais turistas de diferentes países, já que possuem uma economia que é referência em todo o mundo.


Além de uma economia estável e confiável, o país é privilegiado com um sistema de ensino poderoso, colocando a Austrália nas posições mais altas dos rankings de melhores universidades do mundo.
Por isso, cada vez mais estudantes brasileiros desejam estudar nas universidades australianas ou adquirir mais conhecimento do inglês por forma de intercâmbio.
O intercâmbio é a melhor forma para se aprender inglês, pois você vivencia a língua falada 24 horas por dia. É com essa experiência falada a todo momento que você vai adquirir mais conhecimento do idioma, como truques, gírias e o modo correto de pronunciar cada palavra.
Além da experiência de adquirir mais conhecimento nas escolas de idioma, os intercâmbios proporcionam momentos incríveis em um novo país.
A Austrália está entre os três melhores países para fazer intercâmbio e nós listamos sete motivos para comprovar isso.





1 - Grande número de metrópoles para estudar
As cidades australianas estão nos melhores rankings para viver e visitar. Com sua economia crescente, as cidades apresentam uma estrutura totalmente moderna e sofisticada. São referência em áreas como saúde, meio ambiente e política.
Por ser um país extenso, as opções para estudar são enormes. Cada cidade do país apresenta um benefício diferente (infraestrutura e qualidade de vida, por exemplo), como Sydney, que é o maior e mais famoso centro metropolitano da Austrália.
Outro ponto muito procurado por estudantes é Melbourne, a segunda maior metrópole do país. É conhecida por oferecer boas oportunidades de empregos e muitas construções com arquitetura moderna.

2 - Segurança rigorosa do país
Estudantes que já concluíram o intercâmbio ou moradores brasileiros fazem questão de apontar a segurança como um dos maiores benefícios do país. Assim como as leis são rigorosamente respeitadas, os policiais são solidários e executam seu trabalho com muita integridade e determinação, por isso as ruas das cidades australianas não são vistas como ameaça para a população, nem mesmo de noite.

3 - Oportunidades de trabalho
Com o visto de estudante é possível realizar 40 horas quinzenais de trabalho e no período de férias em tempo integral. Isso é extremamente vantajoso pois além de conseguir dinheiro extra para viver no país você ainda ganha experiência trocando informações e treinando o inglês no ambiente de trabalho.

4 - Solidariedade dos australianos
Outro ponto destacado por moradores brasileiros ou de quem já viajou para o país é que os australianos são solidários e muito acolhedores, afinal, é da cultura deles serem pessoas extrovertidas e receptivas, assim você cria amigos para compartilhar e trocar experiências de vida e no inglês.

5 - Paisagens magníficas
Todo estudante merece férias e conhecer as paisagens da Austrália é uma oportunidade incrível para aproveitar o período da pausa escolar. Além de uma fauna e flora única, pois o país é isolado dos outros continentes, as praias australianas encantam qualquer um que visita as regiões litorâneas. Além da beleza natural e águas cristalinas as praias atraem um grande número de surfistas, pois as ondas são propícias para o esporte.

6 - Inglês de qualidade
As escolas de idiomas, assim como as universidades australianas, são referência de ensino. A política do país leva muito a sério a vertente de estudos e investe pesado em profissionais e materiais de qualidade, logo, a Austrália tem total potencial para o ensino de idiomas. Além das aulas, a convivências com os australianos ajuda o desenvolvimento para a compreensão da língua.

7 - Assistência total da FREEDOM para estudar na Austrália
A FREEDOM Language School está preparada a encaminhar os estudantes brasileiros para estudarem inglês ou fazerem a tão sonhada faculdade em qualquer cidade da Austrália. A FREEDOM tem mais de 10 anos de experiência enviando alunos brasileiros para estudarem na Austrália e em outros países com toda a segurança e assistência. Se pensar em intercâmbio ou faculdade pense FREEDOM.
Não perca seu tempo e saiba porque a FREEDOM é a escolha certa das pessoas mais inteligentes.


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Monday, May 9, 2016

Monolinguismo em cidadãos do século 21


Falar só um idioma é o analfabetismo do século 21?




Em 2013, ao participar da Conferência da Sociedade Asiática do Idioma Chinês, em Boston, nos Estados Unidos, Gregg Roberts não imaginava que aquele momento o transformaria em celebridade global em sua área de atuação


Ele apresentava o programa de imersão em idiomas que comanda no pequeno e conservador Estado de Utah quando disse: "O monolinguismo é o analfabetismo do século 21".
A plateia aplaudiu, especialistas tomaram nota e leigos começaram a ver a frase pipocar nas redes sociais. "Esse é o tipo de frase que você apenas diz sem pensar na sua repercussão", afirma Roberts.
Mas, assim como não saber ler e escrever determinava o futuro profissional de uma pessoa no século 20, hoje, não dominar mais do que seu idioma nativo é uma barreira de entrada no mercado de trabalho inevitável para qualquer jovem, diz ele.
"Por razões econômicas, um segundo idioma tornou-se mais necessário, como uma ferramenta de trabalho", argumenta o especialista.

Imersão em outro idioma
O programa liderado por Roberts começou como um desafio influenciado pela comunidade hispânica dos Estados Unidos: integrar o espanhol às aulas nos distritos de Davis e Granite.
Não como um segundo idioma, mas como parte de um plano que previa lecionar as disciplinas curriculares 50% do tempo em inglês e os outros 50% em espanhol.
O projeto foi um sucesso e, logo, ampliado. Em 2009, foi lançado a nível estadual, com 1,4 mil alunos participantes. Em cinco anos, atingia 25 mil estudantes só em Utah, e outros Estados, como Delaware e Indiana, começaram a aplicá-lo.
Hoje, contempla cinco idiomas: espanhol, francês, chinês, português e alemão. Árabe e russo deverão entrar na lista em breve.

Inglês fora de moda


O inglês é o terceiro idioma com a maior quantidade de falantes nativos do planeta. São 335 milhões ao todo. Mas, ao incluir nesta conta quem o tem como segunda língua, o número sobe para 800 milhões, fazendo dele o segundo mais usado no mundo, depois do mandarim.
Mas, segundo Roberts, os países de idioma inglês têm uma desvantagem em relação a outros, especialmente aqueles em desenvolvimento. "Nós dos Estados Unidos - e, de certa forma, na Inglaterra e outros lugares que são ex-colônias britânicas - não nos preocupamos por falarmos só inglês. Acreditamos que podemos sobreviver no mundo só com ele", afirma.
Isso, porém, nem sempre é possível. "O inglês é o idioma do século 20. Mas, conforme a direção para a qual o mundo se encaminha, logo não será mais o idioma dominante."
E o quanto antes isso for compreendido, melhor. "Os idiomas são uma ferramenta básica e necessária para que os jovens do século 21 consigam se comunicar com o mundo e possam avançar em suas carreiras."
Algo que, segundo o especialista, está sendo assimilado muito melhor nos países em desenvolvimento.
"As redes atuais que temos à nossa disposição são uma fonte incrível de informação. A pessoa que não puder acessar essa informação, seja porque é analfabeta tecnologicamente ou em linguagem, ficará de fora", diz Isabel Margarita López, neurologista pediátrica especialista em linguagem da clínica Las Condes, no Chile.
Em um mundo cada vez mais dinâmico, interconectado e global, falar um segundo idioma é um trampolim para um terceiro e, inclusive, um quarto.
"Está comprovado que, uma vez que você aprende um segundo idioma, seu cérebro está preparado para aprender um terceiro muito mais facilmente", afirma Roberts.


Em qual idade começar?



O programa comandado por Gregg Roberts em Utah começa com crianças de 5 e 6 anos. "Começar a aprendizagem de um segundo idioma ainda bem cedo, como parte do sistema escolar, é muito mais eficiente em termos de custos e leva a altos níveis de domínio", afirma ele.
No entanto, o processo pode começar ainda mais cedo. O cérebro humano tem uma propensão genética e biológica para falar e adquirir linguagem. E, enquanto o cérebro está imaturo, maior é a facilidade de assimilar diferentes línguas.
"Quando as crianças são mais novas, maior é sua sensibilidade para todos os fonemas e, em algum momento, elas conseguem reproduzi-los. Com o tempo, essa capacidade vai diminuindo", explica López.
Não apenas fatores econômicos influem na aprendizagem de um segundo idioma. Também é importante a herança cultural, defende Roberts.
Crianças são capazes de aprender várias línguas simultaneamente se têm com elas um vínculo afetivo. Como ocorre, por exemplo, com os filhos de casais multiculturais em que os pais falam idiomas diferentes.
"Demoram mais a falar, mas aprendem os idiomas de forma nativa", diz López. E essa é uma capacidade que, por mais que se estude um idioma posteriormente, não se pode adquirir.
"Para falar como um nativo, é preciso aprender ainda bem jovem", explica a neurologista. "Quanto mais precoce, mais se domina o idioma e é possível falá-lo de forma mais correta e fluida."
E, mesmo que uma pessoa passe muito tempo sem praticá-lo, o idioma aprendido na infância permanece em algum lugar da mente. Só é preciso resgatá-lo, voltar a treiná-lo e colocá-lo em prática.
"É como andar de bicicleta", conclui López. "Se você não fizer isso por anos e retomar, provavelmente cairá algumas vezes, mas logo estará pedalando bem."


Não se esqueça de exercitar seu cérebro
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Saturday, April 30, 2016

Filhos bilíngues



A importância da linguagem nos primeiros anos de vida





Quanto mais os pais conversam com seus filhos, mais rápido o vocabulário das crianças cresce e mais a sua inteligência se desenvolve


Apesar disso parecer óbvio e ululante, foi apenas em 1995 que a importância de conversar com bebês foi demonstrada cientificamente, quando Betty Hart e Todd Risley, da Universidade de Kansas, publicaram uma pesquisa demonstrando uma estreita relação entre o número de palavras que os pais de uma criança falam para ela antes dos três anos de idade e seu sucesso acadêmico aos nove anos. O estudo "The Early Catastrophe: The 30 Million Word Gap by Age 3"  mostrou que, aos três anos, crianças nascidas em famílias de nível educacional mais alto ouvem 30 milhões de palavras a mais do que aquelas nascidas em famílias mais pobres.  As políticas que promovem a entrada de crianças na "pré-escola" aos quatro anos de idade não compensam a possível falta de educação em casa desde o nascimento até os três anos. 

Mais recentemente, Anne Fernald, da Universidade de Stanford, constatou que a disparidade aparece bem antes de a criança completar três anos. De acordo com a pesquisadora, aos 18 meses, quando a maioria das crianças só fala uma dúzia de palavras, as crianças de famílias desfavorecidas já estão vários meses atrás das mais favorecidas. Na verdade, Anne Fernald acha que a diferenciação começa no nascimento. Aos dois anos, observou-se uma disparidade de seis meses nas habilidades de processamento de linguagem e vocabulário dos dois grupos. 

A pesquisa de Stanford também deixa claro que são as palavras ditas diretamente para uma criança que constroem seu vocabulário. Colocar os filhos na frente da televisão não tem o mesmo efeito. Também não ajuda deixá-los expostos às conversas dos adultos. As palavras precisam ser ditas diretamente para a criança.

Os efeitos podem ser vistos no cérebro. Os bebês nascem com cerca de 100 bilhões de neurônios e as conexões entre eles se formam num ritmo exponencialmente crescente nos primeiros anos de vida. É o padrão dessas conexões que determina o quão bem funciona o cérebro, e o que ele aprende. Aos três anos, haverá cerca de 1.000 trilhões de conexões no cérebro, e são as experiências da criança que vão determinar quais conexões serão fortalecidas e quais serão podadas. Esse processo, gradual e mais ou menos irreversível, molda a trajetória de vida da criança.

O que os pais devem fazer na prática para garantir que seus filhos tenham essa vantagem na sua habilidade de processamento de linguagem e vocabulário? Como já recomendamos inúmeras vezes nestas páginas, os pais devem falar - muito - com seus filhos desde o nascimento (seja lá em que língua for). Eles devem falar diretamente para seus filhos. Eles devem também tentar usar um vocabulário bem variado. 



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Tuesday, April 26, 2016

Melhore sua memória em 40 segundos!!!



 Cientista descobre como melhorar sua memória em apenas 40 segundos




A capacidade de nos lembramos de memórias passadas, é algo muito incerto. Lembramos de algumas coisas de 10 anos atrás, mas as vezes uma simples pergunta, como “O que você almoçou na terça-feira?”, pode ser bem complicada de responder.
Se você é uma pessoa que se preocupa com a sua capacidade de memorização, aqui vai uma ótima notícia…


O neurocientista Chris Bird, da universidade de Sussex, descobriu uma técnica que além de ser eficiente, é bem rápida.
Seu estudo foi publicado em novembro, e teve uma grande repercussão mundial. O motivo? Ele desenvolveu um exercício simples e rápido para melhorar a qualidade da memória das pessoas. Um exercício que dura, incríveis 40 SEGUNDOS.
De acordo com Bird, você deve ficar pensando em uma cena recente, durante 40 segundos, e quando precisar lembrar-se dela no futuro, o trabalho vai ser bem mais fácil.
Para comprovar seu estudo, Bird e sua equipe usaram como metodologia, um estudo que contou com dois grupos de estudantes. Monitorando as atividades cerebrais deles durante todo o estudo, foi solicitado que assistissem diversos vídeos do youtube. O primeiro grupo, após assistir o vídeo, tinha 40 segundos para pensar a respeito, antes de passar para o próximo vídeo. enquanto o segundo não tinha esse tempo.
O primeiro grupo mostrou uma facilidade muito maior para lembrar de detalhes dos vídeos e responder sobre quando perguntados. Segundo Bird, além da melhora prática de desempenho, a análise das atividades cerebrais do estudantes também mostrou grandes diferenças.
Para finalizar a pesquisa, uma semana depois do primeiro teste, os dois grupos voltaram a comentar a respeito dos vídeos que haviam assistido, e novamente, o primeiro grupo se saiu melhor. Mais especificamente, o primeiro grupo teve um desempenha duas vezes melhor em relação ao segundo grupo. E além disso, mesmo depois de uma semana do primeiro teste, os cérebros dos alunos do primeiro grupo, trabalharam quase na mesma intensidade do momento em que viram os vídeos pela primeira vez.
Concluindo que, se você passar por alguma experiência que não quer esquecer no futuro, comece a pensar e refletir sobre ela durante 40 segundos. Se não der certo, pelo menos você não perdeu muito tempo.



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Thursday, April 21, 2016

Dicas preciosas para pais com filhos bilíngues




6 DICAS ESSENCIAIS PARA MANTER O BILINGUISMO DOS FILHOS




Ensinar línguas a crianças pequenas é fácil: elas realmente são como esponjas. O problema vem na hora de manter o uso da linguagem. Muitos pais começam a aventura do ensino bilingue a todo vapor, empolgados com a idéia de filhos poliglotas, porém desanimam quando a prole começa a se recusar a falar a língua ensinada. Então, como fazer para que seu filho não apenas aprenda duas línguas, mas também continue falando-as por toda a vida? Aqui vão algumas dicas:


1) Escolha um método e seja consistente.
Converse com seu parceiro ou parceira e decida qual será a melhor maneira de introduzir duas línguas aos seus filhos. Vocês dois irão falar a língua de herança em casa o tempo todo? Cada um vai falar com o filho em uma língua? Não importa o método escolhido, o mais importante é ser consistente. Seja firme com o uso da língua de herança. Seu filho vai preferir usar a língua majoritária do país – isso é natural. É sua responsabilidade insistir no uso da língua que você quer ensinar.

2) Não misture línguas.
Quando a gente está morando fora, é fácil esquecer palavras e começar a misturar a língua do país onde moramos com a nossa língua materna. Porém, para que seu filho aprenda a falar bem a língua de herança é preciso que você dê o bom exemplo e fale da maneira mais correta possível: sem estrangeirismos. Se você não se esforçar para achar as palavras certas na língua que está ensinando, que incentivo seu filho terá para fazer o mesmo? Mesmo que seu filho fale com você na língua majoritária do país onde você mora, responda sempre na língua de herança.

3) Aumente a exposição à língua de herança.
Uma criança precisa ser exposta a uma língua por pelo menos 30% do tempo para aprender a falar bem. Isso é o mínimo, porém é recomendável também enriquecer o vocabulário do seu filho investindo em livros, CDs, e DVDs. É importante também expor a criança a outras pessoas que falem a língua de herança. Por isso, organize conversas pelo Skype com os avós e procure programas culturais na língua que você está ensinando.

4) Ignore o palpite mal-informado dos outros.
Bilinguismo não causa atraso na fala e nem dificuldades na escola. Infelizmente, ainda há muita falta de informação sobre crianças que crescem aprendendo duas línguas e até profissionais, como medicos, professores e fonoaudiólogos, às vezes tentam convencer os pais de falarem apenas uma língua com os filhos. Este conselho não poderia ser mais sem fundamento. O bilinguismo não apenas não atrapalha o aprendizado, como também dá à criança várias vantagens cognitivas para toda a vida.

5) Promova as vantagens do bilinguismo.
Ajude o seu filho a entender o quanto é importante falar mais de uma língua. Se ele já tiver idade para entender, converse com ele sobre empregos que exigem o conhecimento de várias línguas e fale de pessoas bem-sucedidas que são bilingues ou poliglotas. Mantenha também laços fortes com família que fale a sua língua materna. Brincadeiras com tios, avós e primos são uma ótima maneira de manter a língua de herança relevante para os pequenos.

6) Matricule seu filho na FREEDOM Language School.


Uma das melhores maneiras de ajudar seu filho a se tornar bilíngue, trilíngue ou poliglota é matricular ele/ela na FREEDOM. Na nossa escola temos sempre profissionais aptos a proporcionar o melhor aprendizado para seu filho, quer seja aprendendo Inglês, Português ou Japonês.
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Wednesday, April 20, 2016

Dicas de Bolsas de Estudos Gratuita no Exterior

Conheça dicas excelentes de bolsas de estudo para brasileiros




São diversas oportunidades para bolsas de estudos em modalidades como Graduação, Pós-graduação, MBA, Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado.


Se você sempre sonhou com uma grande oportunidade essa você não pode perder pois reunimos as principais instituições que oferecem bolsas de estudos no exterior, gratuitas em modalidades como Graduação, Pós-graduação, MBA, Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado.
E foi pesando nos brasileiros no Japão que reunimos as informações disponíveis, dessa forma os interessados terão a oportunidade de acompanhar quando inicia as inscrições e saber mais detalhes sobre os cursos e oportunidades.
As bolsas oferecidas pelas instituições são integrais e cobrem todos os custos de educação, acomodação e despesas pessoais, enquanto outras fornecem ajuda de custos nas taxas de educação e materiais ou oferecem contribuição financeira relacionada a esses custos.


Fundação Estudar
Oferece bolsas que cobrem de 5% a 95% do valor de graduações, pós e intercâmbios acadêmicos. Podem participar das seleções candidatos entre 16 anos e 34 anos matriculados ou em processo de admissão em cursos de graduação e pós (MBA, mestrado, doutorado e pós-doutorado) no Brasil ou no exterior. No ano passado, foram 30 mil inscritos e 28 selecionados. Boas notas são essenciais, já que as bolsas são concedidas por mérito.

Fundação Lemann
A fundação mantém o programa Lemann Fellowship que dá bolsas de pós-graduação para cursos específicos em universidades parceiras no exterior como, por exemplo, Yale, Stanford, Harvard, MIT, Columbia e Oxford. Os bolsistas são selecionados pelas próprias universidades, por isso é preciso já ter sido aprovado por meio do processo regular de admissão.

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Para complementar os esforços dos cursos de pós-graduação no Brasil, a CAPES concede bolsas de estudo no exterior, alimentando assim os meios acadêmico e de pesquisa do país com recursos humanos de alto nível. Para receber os auxílios iniciais, o bolsista deve complementar a documentação exigida para implementação, antes da partida para o exterior neste link Declaração de Rendimentos – Bolsas no Exterior.
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) é um órgão governamental que oferece oportunidades para bolsas de graduação, mestrado e mestrado profissional, doutorado e pós-doutorado no exterior.

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico Tecnológico (CNPq)
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) é um órgão governamental que oferece oportunidades para bolsas de graduação, mestrado e mestrado profissional, doutorado e pós-doutorado no exterior. O CNPq concede bolsas para a formação de recursos humanos no campo da pesquisa científica e tecnológica, em universidades, institutos de pesquisa, centros tecnológicos e de formação profissional, tanto no Brasil como no exterior. Além de promover a formação de recursos humanos em áreas estratégicas para o desenvolvimento nacional, o CNPq aporta recursos financeiros para a implementação de projetos, programas e redes de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), diretamente ou em parceria com os Estados da Federação.

Ciência Sem Fronteiras (CSF)
É um os principais programas de bolsas de estudos concedido pelo governo. A meta é chegar a 101 mil bolsas concedidas até o fim do ano nas áreas de ciências exatas e biológicas. Na página do programa é possível verificar o valor das bolsas nas diferentes modalidades de estudo. É um programa que oferece oportunidades de bolsas de estudo no exterior, financiadas pelo Governo Federal para alunos de graduação, pós-graduação e de cursos superiores de tecnologia de instituições de ensino superior, públicas ou particulares de todo o país.
Há também as bolsas no País, que incentivam a atração de renomados pesquisadores e líderes de grupos de pesquisa no exterior para o Brasil e de jovens cientistas, nas modalidades: Pesquisador Visitante Especial e Bolsa Jovens Talentos.

Como participar?
Os candidatos que tiverem alguma dúvida sobre bolsas de estudo ou oportunidades para estudar no exterior podem entrar em contato com a FREEDOM e contratar nosso serviço de “ASSESSORIA EDUCACIONAL” que iremos explicar todos os detalhes para entrar em faculdades e conseguir bolsas de estudo em todo o mundo.

Confira maiores informações sobre este serviço em nosso site:


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